Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra - política

Meio honesto: Ulysses propõe devolver só metade da verba indenizatória



Deputado foi eleito atacando vereadores e prometendo redução

Em debate armado em Primavera do Leste para atacar vereadores, na a ocasião afirma que não seria candidato a deputado.

Debate armado em Primavera do Leste para atacar vereadores, na a ocasião afirma que não seria candidato a deputado.

O deputado estadual Ulysses Moraes (DC) declarou que irá apresentar, na primeira sessão ordinária da Assembleia Legislativa (ALMT), um Projeto de Lei para reduzir 50% da Verba Indenizatória (VI) que os parlamentares tem direito.

Porém, a decisão causou surpresa, pois Ulysses pregou a extinção da verba indenizatória em sua campanha, usando o tema como bandeira para conseguir votos. Assim, a população confiou que ele devolveria 100% dos R$ 65 mil que recebem mensalmente, além do salário de R$25 mil.

Na AL, já existe a Lei nº 10.806 que permite que os deputados devolvam integralmente ou parte da verba indenizatória de R$ 65 mil, cujo montante será destinado à Sala da Mulher, que irá aplicar o recurso em programas sociais.

Porém, a Lei foi criticada pelo deputado Ulysses, que alegou que o recurso será destinado para assistencialismo, e apresentará um projeto de sua autorial, para reduzir apenas 50% do valor da VI.

Os 24 deputados estaduais custaram mais de R$ 34 milhões por mês ao Estado com despesas de salários, verba indenizatória, salários de funcionários de gabinetes, verba extra para gabinete e combustível em 2017.

A quantia disponível para cada deputado está distribuída em verba indenizatória (VI) de R$ 65 mil, R$ 6 mil extras para despesas de escritório pra cada chefe de gabinete e mais mil litros de gasolina liberados mensalmente para viagens para o interior de Mato Grosso e circulação dentro de Cuiabá.   

A soma das duas primeiras verbas é de R$ 71 mil, que tem pouca variação, considerando as correções orçamentárias de fim de ano da Assembleia Legislativa.

Com informações Muvuca Popular 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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