Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Ex-deputado Zeca Viana se filia ao partido de José Medeiros



O ex-deputado estadual Zeca Viana se filou, nesta sexta-feira (19), no Podemos. O deputado federal José Medeiros, presidente do Podemos de Mato Grosso, foi quem convidou o ex-deputado do PDT para filiar na sigla. Além de Viana, o sociólogo Hélio Silva, mais conhecido como Papa Corrupto, também deixou o PDT e aderiu ao partido liderado por Medeiros.

 

“Para o Podemos é uma grata satisfação receber a adesão de uma liderança com a envergadura política do ex-deputado Zeca Viana. Descontente com a postura do PDT, que se tornou uma espécie de anexo do PT, Zeca decidiu filiar ao Podemos. Aqui ele encontrará um partido aberto para que ele possa exercer toda sua liderança política”, destaca o parlamentar.

De acordo com o ex-deputado Zeca Viana, as divergências ideológicas resultaram em sua saída do PDT, partido que presidiu em Mato Grosso. “O PDT está na contramão da história e o maior exemplo é o fato de punir os deputados federais do partido que votaram a favor da reforma da previdência. Não tinha como ficar nesse partido. Estou muito feliz em caminhar com Medeiros no Podemos. Tenho certeza que posso contribuir com o fortalecimento da legenda em Mato Grosso”.

 

Medeiros também comemora a filiação de outras lideranças oriundas do PDT, como é o caso do sociólogo Hélio Silva. “Antes da Lava Jato e dos movimentos de combate a corrupção, Hélio saiu candidato, em 2006, levantando a bandeira da probidade e da anticorrupção. Para quem não se lembra, ele fazia campanha em um carro com uma grade onde simbolicamente prendia os corruptos de Mato Grosso. Fico feliz em receber no partido um quadro como o Silva. Além do Zeca e Hélio, também convidamos o ex-secretário adjunto Samir Katumata e outras lideranças do PDT e de outros partidos”.

 

Considerado um partido novo, o Podemos, segundo Medeiros, passa por um processo de consolidação em todo o Estado, sendo mais de 80 comissões provisórias.

 

“Temos municípios como Cuiabá, Várzea Grande, Alta Floresta, Rondonópolis, Nova Xavantina, Vila Rica, Cáceres, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Guarantã do Norte e Pontes e Lacerda que já estão se organizando para eleger diretórios municipais definitivos. Em todos eles estamos trabalhando para lançar candidatopróprio a prefeito nas eleições do ano que vem. Nosso objetivo é fortalecer o Podemos e, principalmente, atrair pessoas que estejam comprometidas em trabalhar para melhorar Mato Grosso e consequentemente a vida da população”, frisa Medeiros.

GD



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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