Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Câmara dos vereadores devolve mais de 2 milhões à Prefeitura.



Na noite do dia (31), a Câmara Municipal de Primavera do Leste promoveu a entrega simbólica do cheque que representa a devolução de R$ 2.161.026,31 feita à prefeitura municipal referente à economia promovida na utilização do Duodécimo (quantia mensal repassada pelo município para funcionamento do Legislativo). A ação é resultado da boa gestão do dinheiro público nos 12 meses de gestão, da atual mesa diretora da casa.

O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Marcio, acompanhado dos Vereadores Iva Viana, Kinha Juriti e Carlos Araújo entregaram um cheque ao Prefeito durante a comemoração de réveillon no dia 31/12, no Lago Municipal. O presidente destacou durante seu discurso, que a quantia é o resultado do empenho da atual gestão com princípios de economicidade, “promovemos uma gestão transparente e comprometida com a economia, o que possibilitou o funcionamento de toda estrutura da Câmara e funcionários, de forma que hoje podemos devolver uma quantia significativa que poderá ser investida pelo município em áreas como: saúde, educação, assistência social e segurança pública do Município”.

Para o Prefeito Leonardo Bortolin, o comprometimento do Legislativo Municipal em economizar e promover a devolução, demonstra a preocupação da atual administração com a boa gestão do dinheiro publico, “hoje temos a harmonia entre Câmara Municipal e Prefeitura em nosso Município, a devolução corrobora o comprometimento de todos os vereadores com o desenvolvimento de todas as áreas em Primavera do Leste” comentou o prefeito.

A quantia devolvida aos cofres públicos foi uma das maiores dos últimos anos, sendo: R$ 370.000,00 devolvidos em 27/08, e R$ 1.791.026,31 devolvidos em  30/12 totalizando R$ 2.161.026,31 a destinação do dinheiro será acordada pela Prefeitura Municipal com participação dos vereadores e comunicada à população primaverense,  prezando pela transparência em todo o processo.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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