Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Sobe número de pessoas internadas com suspeita de Covid-19



O boletim diário da Secretária de Estado de Saúde (SES) deste domingo (5) mostra que há 361 casos notificados de pessoas com síndrome respiratória aguda grave em Mato Grosso, um dos principais efeitos da Covid-19, causada pelo novo coronavírus. O número de pessoas confirmadas com a doença permanecem em 60 no estado. Porém, 10 pessoas já foram recuperadas, até este sábado (4) eram 9 pessoas.

 

Até o momento, Mato Grosso tem uma morte registrada. Um homem de 54 anos que não resistiu, ele tinha hipertensão e era diabético, morador de Lucas do Rio Verde.

 

Os casos de Covid-19 no estado são 38 em Cuiabá; 6 em Rondonópolis; 4 em Várzea Grande; 4 em Tangará da Serra. Nova Mutum; Nova Monte Verde; Lucas do Rio Verde; Campo Novo do Parecis e Alta Floresta tiveram um caso cada.

A secretaria informou que investigou a fundo e que o caso descorberto em Chapada dos Guimarães, na verdade, era de um morador de Cuiabá.

 

Mato Grosso tem 10 pessoas internadas em UTI, 3 em enfermaria e 47 em isolamento em suas residências.

 

A média de idade dos casos confirmados no estado é de 44 anos, sendo que uma pessoa tem menos de 5 anos, uma menos de 19 e 9 menos de 35 anos.

 

As cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Nova Monte Verde e Rondonópolis já registram transmissão comunitária da Covid-19, ou seja, já não dá mais pra saber a origem da doença.

GD



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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