Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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MP pede arquivamento de investigação sobre suposto caixa 2 de R$ 820 mil a Pedro Taques



Promotor de Justiça Arnaldo Justino, do Ministério Público de Mato Grosso, requereu a homologação de arquivamento de inquérito em face do ex-governador de Mato Grosso, José Pedro Taques. Documento é datado do dia 31 de agosto. Taques era investigado por Caixa 2 de campanha em 2014.

Investigação teve origem com acordo de colaboração premiada firmado pelo empresário Alan Malouf. O colaborador afirmou que pessoa identificada como Fernando Minosso teria doado, extraoficialmente, à campanha de Taques, na Eleição de 2014, a quantia de R$ 820 mil.

Ainda segundo delator, após suposto recebimento de negativa de nomeação em cargo público por parte de Pedro Taques, Fernando Minosso pediu a devolução do valor doado, o qual, segundo o delator, teria sido quitado por um conjunto de empresários, de forma parcelada.

Após empreender todas as diligências possíveis, a ilustre Autoridade Policial concluiu pela falta de elementos de prova da materialidade delitiva e restituiu o feito a esta Promotoria Eleitoral, com sugestão de arquivamento.
“Realmente, da análise de todo o arcabouço de elementos colhidos pela ilustre Autoridade Policial, não se colheu elementos mínimos a demonstrar a existência de crime eleitoral. O colaborador não apresentou provas ou indícios da veracidade do fato, apenas indicou nome de pessoas supostamente envolvidas no fato tido como ilícito, as quais foram categóricas em negar todas as afirmações feitas pelo colaborador, aduzindo desconhecer a existência de tal estratagema, não se vislumbrando outra diligências a ser encetada que possa desanuviar os fatos”, salientou o promotor.

Ministério Público requereu a homologação de arquivamento do inquérito. Requerimento ainda será avaliado pela Justiça Eleitoral.

Olhar Jurídico



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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