Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

política

Câmara não aprova pedido de CPI contra o vereador Luizinho Magalhães



Maioria dos vereadores agiu, acusações poderiam respingar no prefeito Léo Bortolin ?

O pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) feito pelo vereador Adriano Carvalho (Podemos), assinado pelos vereadores Elton Baraldi (MDB), Karla da Saúde (PV), Wanessa Mello (MDB), Renato do Sindicato (UB), Taylan Zanatta (PSB), para investigar suposto pagamento ilícito de publicidade por parte da prefeitura para o vereador Luizinho Magalhães, por meio da TV Cidade Verde, operado pela filha de Luizinho através de uma empresa de publicidade, não foi aprovado pela Câmara Municipal. A votação aconteceu em sessão realizada na última quinta-feira, 23.

Votaram contra ao pedido os vereadores Enfermeira Giovana (MDB), Karla da Saúde (PV), Kinha Juriti (PV), Sérgio Crocodilo (União), Temazin Pedreiro (União), Vado Valdecir (PSD) e Wanessa Mello) (MDB).

Foram favoráveis a criação da CPI que investigaria as denúncias de recebimento ilícito de recursos públicos pelo vereador progressista, os vereadores, Inspetor Zancanaro (MDB), Luis Costa (PP), Manoel Despachante (MDB), Elton Baraldi Nhonho (MDB), Renato Cazanelli (União) e Tayllan Zanatta (União).

Ao falar sobre o assunto o vereador Luis Costa explicou que a maioria dos vereadores  atuou contra a proposta de criação da CPI porque as investigações poderiam `respingar´ no chefe do Poder Executivo, prefeito Leonardo Bortolin. Todas as denúncias de possíveis recebimentos de recursos públicos de forma ilícita, recaíram sobre a filha do vereador Luizinho Magalhães, Amanda Manfro Magalhães.

Com a votação em 7 x 6 favorável ao vereador Luizinho Magalhães, o pedido de criação da CPI foi arquivado.



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

geral

Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


Antenado News