Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 29 de Abril de 2026

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Dono de companhia de rodeio é morto em emboscada na frente de casa em Vila Rica (MT)



O atirador se escondeu atrás de uma carroça e surpreendeu a vítima, que estava dentro do próprio carro.

Por g1 MT

 

31/03/2025 13h17 Atualizado há 9 horas

 

Max Alves de Brito, de 48 anos, era proprietário de uma companhia de rodeio conhecida como ‘Máfia Pesada’.

Max Alves de Brito, de 48 anos, era proprietário de uma companhia de rodeio conhecida como ‘Máfia Pesada’. — Foto: Reprodução

 

O empresário Max Alves de Brito, de 48 anos, dono da companhia de rodeio ‘Máfia Pesada’, foi morto a tiros na madrugada desta segunda-feira (31) em frente à própria casa, no Bairro Inconfidentes, em Vila Rica, a 1.276 km de Cuiabá.

 

Conforme o boletim de ocorrência da polícia, o suspeito saiu por trás de uma carroça, que estava estacionada na frente da casa e atirou contra a vítima, que estava sentada no banco do motorista do próprio carro.

 

Max foi socorrido pela família dele logo após ser atingido. Ele foi levado para o hospital do município, mas morreu depois de dar entrada na unidade.

 

Uma equipe da Polícia Militar foi até o local, mas o suspeito já havia fugido. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime.

 

Em uma nota publicada nas redes sociais, a companhia lamentou o ocorrido manifestou solidariedade à família e amigos da vítima. Informações sobre o velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

 

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para a realização dos procedimentos necessários. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


Antenado News