Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Após comunicar saída, PSB ‘segura’ Max Russi até março



O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Max Russi (PSB), afirmou que a alta cúpula nacional de seu atual partido já está ciente de que em março do ano que vem deixará a sigla para preparar sua reeleição. Conforme o próprio parlamentar, ficou acordado que ele segue no PSB até março, período de janela partidária e depois embarca para o Podemos, com quem já tem feito articulações.

 

 

 

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Em entrevista à Rádio Cultura FM, Max afirmou que o PSB tentou ajudá-lo a repensar sua saída, mas para ele, a permanência do partido é algo que pode ser prejudicial, já que a cada eleição, a agremiação diminui representatividade eleitoral.

 

 

 

Max explica que enquanto diversos partidos se unem, o PSB segue trilhando sozinho, o que pode pôr em risco seus filiados.

 

 

 

“Tive com o presidente nacional do PSB, falei desse encaminhamento. Ele me comunicou que agora eu não posso sair e pediu que eu aguardasse até o mês de março, quando existe a janela, até para rever essa posição. As federações estão sendo montadas, PSDB e Podemos, União e PP. Outros partidos conversam. O PSB caminha para nenhuma dessas possibilidades. E sair sozinho… na última eleição não tivemos um resultado positivo, fizemos bancada pequena, de apenas 15 deputados federais. Isso em Brasília impacta bastante, porque é um caminho inverso. Vejo diversas dificuldades e vários motivos”, disse o deputado.

 

 

 

De acordo com Max, mesmo estando proibido de sair, as articulações internas já estão avançadas e mesmo com o Podemos, incrementando uma fusão com o PSDB, haverá espaço para ele, seu grupo, inclusive visando a presidência dos dois partidos.

 

 

 

“Existe convite por parte de partidos, um desses é o Podemos, há quem eu sou simpático. Já estamos fazendo essa construção, há um interesse entre os dois partidos, vai ser uma construção positiva. Juridicamente falando, eu estou casado com o PSB, a separação só pode ocorrer em março. Então, até lá, precisamos fazer essa construção de bastidor par em março fazer essa migração”, emenda.

 

 

 

Questionado se na troca de partido tinha como foco uma candidatura ao Executivo Estadual, Max pontuou que é algo descartado porque seu projeto eleitoral é a reeleição.

 

 

 

“Não é esse meu projeto, o deputado Max está focado em fazer um bom mandato como presidente. Tenho me dedicado muito, gosto do que faço, tocamos pautas interessantes”, conclui.

GD

 

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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