Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Secretaria de Assistência Social de Primavera inicia a Campanha do Agasalho 2025



A própria Secretaria de Assistência Social e demais Unidades são pontos de arrecadação até o dia 15 de agosto

A cada Campanha, muitas pessoas procuram a Secretaria de Assistência Social para entregar as doações
A Secretaria Municipal de Assistência Social de Primavera do Leste deu início nesta terça-feira, 15, à “Campanha do Agasalho 2025”, que se estenderá até o dia 15 de agosto. Neste período estarão sendo arrecadados agasalhos, cobertores, calçados e roupas em bom estado, para serem entregues às pessoas menos assistidas e que sofrem ainda mais com as ondas de frio, neste período de inverno.

O slogan da campanha: Doe calor, doe com Amor, define exatamente o objetivo ação desenvolvida pelo município e segundo a Coordenadora do Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua, Natieli Machado, a campanha “nasce essencialmente da necessidade das pessoas carentes e sob este aspecto o município, além de realizar o trabalho, também conta com a contribuição da população que pode ajudar a melhorar a vida de crianças, adultos e idosos”.

A situação fica ainda mais evidente em períodos nos quais as temperaturas baixam de forma brusca, como nos primeiros dias deste mês de julho, quando muitos buscam doações e do mesmo modo dezenas de pessoas já têm procurado a Secretaria para doar itens diversos, pois sabem da necessidade, principalmente de moradores ou população em situação de rua.

“Por meio disso a nossa secretária Tânia, intitulou a Campanha do Agasalho 2025 que terá duração de 30 dias, justamente neste período mais frio do ano e com o intuito de engajar a comunidade”, ressalta Natieli. A coordenadora acrescenta que é um gesto simples, pois “muitas vezes as pessoas têm aquele casaco que está guardado e não usa mais, então por isso realizamos campanhas como essas”.

Com relação aos pontos de arrecadação, estão distribuídos em todas as Unidades dentro da Assistência Social (no próprio prédio localizado na rua Londrina) e nos 04 CRAS: Jonas Pinheiro (São José), Mabília (Primavera III), Mabília Extensão (Tuiuiú) e Ivone Agnes (Eldorado), assim como no CREAS (centro) e  Programa Conviver do Jardim Riva.

Coordenadoria de Comunicação 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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