Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mendes critica esquerda por ser contra anistia: “torturadores da esquerda foram anistiados e MST nunca pegou 14 anos de prisão”



O governador Mauro Mendes (União) classificou como “hipocrisia” as manifestações da esquerda realizadas no último domingo (20), em todo o país, contra o Projeto de Lei da Anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

 

Já tiveram torturadores, sequestradores, ladrões de banco da esquerda que foram anistiados

Segundo Mendes, a esquerda brasileira já foi beneficiada por anistias no passado, incluindo pessoas que cometeram crimes graves. Ele não citou nenhum nome.

 

“Já tiveram torturadores, sequestradores, ladrões de banco da esquerda que foram anistiados. Muita gente que cometeu crimes terríveis pertencente à esquerda já foi anistiada nesse país. Então, larga de ser hipócrita, né?”, afirmou o governador nesta terça-feira (23).

 

Mendes também comparou os atos de 8 de janeiro a protestos promovidos pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra).

“Aquelas pessoas protestaram. Erraram? Claro que erraram. É errado invadir e quebrar patrimônio público. Mas eu já disse e repito: vi muitas vezes o MST fazer isso e não vi nenhuma vez o MST ser condenado a 14, 17 anos de prisão. Eles já invadiram prédios públicos, inclusive o Congresso Nacional”, disse.

 

Mendes destacou ainda que não considera os manifestantes de 2023 comparáveis aos militantes de esquerda anistiados décadas atrás.

 

“Eu não vi nenhuma daquelas velhinhas, daqueles velhinhos, daquelas pessoas [dos atos de 8 de janeiro] matando ou roubando, como algumas vezes aconteceu na história do país”, declarou.

Midia News.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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