Primavera do Leste / MT - Sábado, 13 de Junho de 2026

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A velha política insiste se manter em Primavera, Candidatos derrotados nas urnas e futuros candidatos insistem em difamar, ao contrario de trabalhar para conquistar o tão almejado cargo político



“Fakes news”, ou notícias  que não são verdades, esta ação define aquilo que algumas pessoas que deixaram o serviço público ou perderam eleições em Primavera do Leste vem fazendo, tentar destruir quem está no poder, na cabeça de poucas pessoas que serão candidatos  está é a estratégia, criticar tudo que vem sendo feito através de indicação, projeto em grupo ou pessoal dos vereadores.

Um exemplo disso é o projeto apresentado pelo vereador Miley (PV), que mudava duas palavras no texto, projeto que tem prazo para tramitar e depois os vereadores votaram sim ou não, detalhe as sessões são transmitidas ao vivo, atas  ficam disponíveis no portal da Câmara, agora quando falo sobre induzir o povo a pensar que vereadores estão roubando é quando se pergunta, “você é favor da transparência na Câmara?”, me diz quem vai ser contrario a pergunta? Onde faltou transparência nesta legislatura? O projeto apenas apresentado ainda não votado inclusive com possibilidades de ser reprovado nas comissões.

Candidatos carimbados de Primavera do Leste, como ex-vereador Santo Basso que a sua primeira postagem de todos os dias é falar do relatório de atividades dos vereados, pessoa que esteve no serviço publico, porém não admite que não obteve a quantidade votos para continuar  na função de vereador. Outro exemplo de fake news, o ex-secretário  Thadeu Junior, espalha o ódio contra os vereadores, postando o relatório de atividades. Secretario com atuação pífia, cargo conseguido por ser sobrinho do ex vice prefeito Zezinho.

Se a sociedade fizesse uma busca no site do TJ-MT ou TRR, conseguirá ter uma noção quem são os acusadores ou os hipócritas de Primavera, paladinos da moralidade, mas a realidade alguns possuem uma “capivara”  extensa, contudo é muito melhor falar de quem está no poder a qualquer custo, em suas estratégia  quem sabe assim consigo uns votos para próximas eleições.

A população tem acesso a todas as informações públicas, no portal do Tribunal de Contas do Estado http://www.tce.mt.gov.br/ no próprio portal da Câmara de Primavera http://camarapva.com.br/   além de se forem até aos órgãos públicos e solicitar informações, terão.

Analisem de onde vêm as fontes, pois o eleitor e leitor possuem um péssimo habito de ler apenas o titulo e já destilar todo tipo de palavrão contra o agente público.

Outro exemplo de fake news, na política é a moeda da troca, “me da um emprego que deixo vocês quietos”, em Primavera do Leste, todos os meses um ex-servidor  exonerado do serviço público por supostamente não ter prestado um serviço de acordo com as leis e uma comissão o julgou que não poderia mais trabalhar no serviço público, após isto passou a ser um cidadão exemplar, todos os meses vai câmara e solicita o relatório de todos os vereadores na tentativa de encontrar falhas para tumultuar e manchar a imagem dos vereadores.

Primavera é muito mais que grupos políticos, muito mais que presidentes de siglas partidárias, quem o tempo passou na vida pública, deveriam no mínimo ter a humildade de pegar o boné e sair, ou continuar contribuindo como cidadão para termos uma cidade melhor, pois cidade que a politicagem fala mais alto o povo sofre.

Opinião / Com A Palavra

 



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Brasil

Justiça dá prazo de 24 meses para União e Funai demarcarem terra indígena no Nortão


A Justiça Federal em Mato Grosso determinou que a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) concluam o processo de demarcação da terra indígena do povo Kajkwakratxi (Tapayuna), na região de Brasnorte e Juara (cerca de 300 quilômetros de Sinop), num prazo de 24 meses. O juiz federal Pablo Kipper Aguilar ordenou ainda o pagamento de R$ 10 milhões em danos morais coletivos e a realização de uma cerimônia pública de pedido de desculpas aos indígenas.

 

Na decisão, o magistrado reconheceu violações de direitos humanos cometidas contra o povo Kajkwakratxi. O juiz mandou a União reunir toda a documentação disponível no Arquivo Nacional sobre violências ocorridas durante o processo de colonização da região do Rio Arinos e a remoção forçada desse povo ao Parque Indígena do Xingu. No processo, os indígenas contaram com o apoio da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público Federal (MPF).

 

O magistrado afastou o argumento da Funai e da União de que o Supremo Tribunal Federal (STF) já estabeleceu prazo de dez anos para a conclusão das demarcações em andamento. Para ele, tal prazo tem natureza administrativa e não impede a atuação da Justiça quando há demora excessiva. “Agradeço a luta coletiva, fico muito feliz, a comunidade fica muito feliz, é uma surpresa”, disse Wetaktxi Tapayuna, presidente da Associação Indígena Tapayuna (AIT), de acordo com mensagem divulgada pela DPU.

 

Ele acrescentou que a comunidade considera a decisão “emocionante”. “É muita alegria ver toda essa trajetória que passamos até chegar nesse ponto tão importante, com relação ao nosso povo, com as gerações que estão lutando pelo território tradicional, para demarcação do território tradicional, com expectativa de viver em cima dos seus parentes que deixaram naquele tempo. Para defender nossa ancestralidade, para viver com a alma dos parentes”, completou Wetaktxi Tapayuna.

 

De acordo com o MPF, os indígenas Kajkwakratxi foram alvo de uma série de violências ao longo do século 20, que resultaram na desestruturação social do grupo. Na década de 1970, eles foram removidos à força, pelo Estado, de seu território tradicional para o Parque Nacional do Xingu.

 

Em seguida, uma Reserva Indígena Tapayuna chegou a ser criada em 1968, mas foi extinta em 1976 sob o argumento de que não haveria indígenas na área. Há indícios, porém, de que até o presente momento existem indígenas da etnia isolada na região de ocupação tradicional.


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