Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 27 de Maio de 2026

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Opinião

A velha política insiste se manter em Primavera, Candidatos derrotados nas urnas e futuros candidatos insistem em difamar, ao contrario de trabalhar para conquistar o tão almejado cargo político



“Fakes news”, ou notícias  que não são verdades, esta ação define aquilo que algumas pessoas que deixaram o serviço público ou perderam eleições em Primavera do Leste vem fazendo, tentar destruir quem está no poder, na cabeça de poucas pessoas que serão candidatos  está é a estratégia, criticar tudo que vem sendo feito através de indicação, projeto em grupo ou pessoal dos vereadores.

Um exemplo disso é o projeto apresentado pelo vereador Miley (PV), que mudava duas palavras no texto, projeto que tem prazo para tramitar e depois os vereadores votaram sim ou não, detalhe as sessões são transmitidas ao vivo, atas  ficam disponíveis no portal da Câmara, agora quando falo sobre induzir o povo a pensar que vereadores estão roubando é quando se pergunta, “você é favor da transparência na Câmara?”, me diz quem vai ser contrario a pergunta? Onde faltou transparência nesta legislatura? O projeto apenas apresentado ainda não votado inclusive com possibilidades de ser reprovado nas comissões.

Candidatos carimbados de Primavera do Leste, como ex-vereador Santo Basso que a sua primeira postagem de todos os dias é falar do relatório de atividades dos vereados, pessoa que esteve no serviço publico, porém não admite que não obteve a quantidade votos para continuar  na função de vereador. Outro exemplo de fake news, o ex-secretário  Thadeu Junior, espalha o ódio contra os vereadores, postando o relatório de atividades. Secretario com atuação pífia, cargo conseguido por ser sobrinho do ex vice prefeito Zezinho.

Se a sociedade fizesse uma busca no site do TJ-MT ou TRR, conseguirá ter uma noção quem são os acusadores ou os hipócritas de Primavera, paladinos da moralidade, mas a realidade alguns possuem uma “capivara”  extensa, contudo é muito melhor falar de quem está no poder a qualquer custo, em suas estratégia  quem sabe assim consigo uns votos para próximas eleições.

A população tem acesso a todas as informações públicas, no portal do Tribunal de Contas do Estado http://www.tce.mt.gov.br/ no próprio portal da Câmara de Primavera http://camarapva.com.br/   além de se forem até aos órgãos públicos e solicitar informações, terão.

Analisem de onde vêm as fontes, pois o eleitor e leitor possuem um péssimo habito de ler apenas o titulo e já destilar todo tipo de palavrão contra o agente público.

Outro exemplo de fake news, na política é a moeda da troca, “me da um emprego que deixo vocês quietos”, em Primavera do Leste, todos os meses um ex-servidor  exonerado do serviço público por supostamente não ter prestado um serviço de acordo com as leis e uma comissão o julgou que não poderia mais trabalhar no serviço público, após isto passou a ser um cidadão exemplar, todos os meses vai câmara e solicita o relatório de todos os vereadores na tentativa de encontrar falhas para tumultuar e manchar a imagem dos vereadores.

Primavera é muito mais que grupos políticos, muito mais que presidentes de siglas partidárias, quem o tempo passou na vida pública, deveriam no mínimo ter a humildade de pegar o boné e sair, ou continuar contribuindo como cidadão para termos uma cidade melhor, pois cidade que a politicagem fala mais alto o povo sofre.

Opinião / Com A Palavra

 



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Polícia

Operação policial combate avanço de Facção criminosa sobre associação comunitária na região distrito Nova Poxoréu


A Operação Dreamfall reforça um cenário que já vinha sendo monitorado pelas autoridades: a tentativa de facções criminosas de estabelecer controle paralelo sobre comunidades inteiras

A Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO/MT) deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 27, a Operação Dreamfall, voltada ao enfrentamento da atuação de uma facção criminosa com influência em Primavera do Leste, a partir da região de Nova Poxoréu, especialmente no “Vale dos Sonhos”.

As investigações revelam que integrantes da facção teriam assumido o controle de uma associação de moradores da comunidade, utilizando intimidação, ameaças e violência para dominar a entidade comunitária e ampliar o poder da organização criminosa na região.

De acordo com informações da Polícia Federal, o grupo passou a impor cobranças obrigatórias aos moradores, exigindo pagamentos mensais e até taxas ligadas ao acesso de serviços essenciais, como abastecimento de água e fornecimento de energia elétrica.

A operação teve origem após compartilhamento de informações realizado pelo Comando Regional da Polícia Militar de Primavera do Leste, que identificou indícios da presença estruturada da facção no distrito.

Durante a ação policial desta quarta-feira, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Rondonópolis.

Além das acusações de organização criminosa, extorsão e lavagem de dinheiro, os investigados também poderão responder com base na nova Lei Federal nº 15.358/2026, criada especificamente para endurecer o combate às facções criminosas no país. A legislação prevê penas que podem ultrapassar 40 anos de prisão, sobretudo em casos envolvendo domínio territorial, exploração ilegal de serviços e intimidação coletiva.

A atuação criminosa no Vale dos Sonhos acendeu alerta entre autoridades de segurança pública devido à ligação direta da comunidade com Primavera do Leste. Embora o distrito pertença administrativamente ao município de Poxoréu, grande parte da população depende da estrutura econômica, comercial e de serviços da cidade vizinha.

Nos bastidores das forças de segurança, a preocupação é de que organizações criminosas estejam tentando ocupar espaços comunitários em regiões periféricas e distritos em expansão, aproveitando fragilidades sociais, ausência de infraestrutura e disputas locais para consolidar influência.

A Operação Dreamfall reforça um cenário que já vinha sendo monitorado pelas autoridades: a tentativa de facções criminosas de estabelecer controle paralelo sobre comunidades inteiras, assumindo inclusive funções que deveriam ser garantidas pelo poder público.

 


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