Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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A velha política insiste se manter em Primavera, Candidatos derrotados nas urnas e futuros candidatos insistem em difamar, ao contrario de trabalhar para conquistar o tão almejado cargo político



“Fakes news”, ou notícias  que não são verdades, esta ação define aquilo que algumas pessoas que deixaram o serviço público ou perderam eleições em Primavera do Leste vem fazendo, tentar destruir quem está no poder, na cabeça de poucas pessoas que serão candidatos  está é a estratégia, criticar tudo que vem sendo feito através de indicação, projeto em grupo ou pessoal dos vereadores.

Um exemplo disso é o projeto apresentado pelo vereador Miley (PV), que mudava duas palavras no texto, projeto que tem prazo para tramitar e depois os vereadores votaram sim ou não, detalhe as sessões são transmitidas ao vivo, atas  ficam disponíveis no portal da Câmara, agora quando falo sobre induzir o povo a pensar que vereadores estão roubando é quando se pergunta, “você é favor da transparência na Câmara?”, me diz quem vai ser contrario a pergunta? Onde faltou transparência nesta legislatura? O projeto apenas apresentado ainda não votado inclusive com possibilidades de ser reprovado nas comissões.

Candidatos carimbados de Primavera do Leste, como ex-vereador Santo Basso que a sua primeira postagem de todos os dias é falar do relatório de atividades dos vereados, pessoa que esteve no serviço publico, porém não admite que não obteve a quantidade votos para continuar  na função de vereador. Outro exemplo de fake news, o ex-secretário  Thadeu Junior, espalha o ódio contra os vereadores, postando o relatório de atividades. Secretario com atuação pífia, cargo conseguido por ser sobrinho do ex vice prefeito Zezinho.

Se a sociedade fizesse uma busca no site do TJ-MT ou TRR, conseguirá ter uma noção quem são os acusadores ou os hipócritas de Primavera, paladinos da moralidade, mas a realidade alguns possuem uma “capivara”  extensa, contudo é muito melhor falar de quem está no poder a qualquer custo, em suas estratégia  quem sabe assim consigo uns votos para próximas eleições.

A população tem acesso a todas as informações públicas, no portal do Tribunal de Contas do Estado http://www.tce.mt.gov.br/ no próprio portal da Câmara de Primavera http://camarapva.com.br/   além de se forem até aos órgãos públicos e solicitar informações, terão.

Analisem de onde vêm as fontes, pois o eleitor e leitor possuem um péssimo habito de ler apenas o titulo e já destilar todo tipo de palavrão contra o agente público.

Outro exemplo de fake news, na política é a moeda da troca, “me da um emprego que deixo vocês quietos”, em Primavera do Leste, todos os meses um ex-servidor  exonerado do serviço público por supostamente não ter prestado um serviço de acordo com as leis e uma comissão o julgou que não poderia mais trabalhar no serviço público, após isto passou a ser um cidadão exemplar, todos os meses vai câmara e solicita o relatório de todos os vereadores na tentativa de encontrar falhas para tumultuar e manchar a imagem dos vereadores.

Primavera é muito mais que grupos políticos, muito mais que presidentes de siglas partidárias, quem o tempo passou na vida pública, deveriam no mínimo ter a humildade de pegar o boné e sair, ou continuar contribuindo como cidadão para termos uma cidade melhor, pois cidade que a politicagem fala mais alto o povo sofre.

Opinião / Com A Palavra

 



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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