Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 14 de Abril de 2026

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A velha política insiste se manter em Primavera, Candidatos derrotados nas urnas e futuros candidatos insistem em difamar, ao contrario de trabalhar para conquistar o tão almejado cargo político



“Fakes news”, ou notícias  que não são verdades, esta ação define aquilo que algumas pessoas que deixaram o serviço público ou perderam eleições em Primavera do Leste vem fazendo, tentar destruir quem está no poder, na cabeça de poucas pessoas que serão candidatos  está é a estratégia, criticar tudo que vem sendo feito através de indicação, projeto em grupo ou pessoal dos vereadores.

Um exemplo disso é o projeto apresentado pelo vereador Miley (PV), que mudava duas palavras no texto, projeto que tem prazo para tramitar e depois os vereadores votaram sim ou não, detalhe as sessões são transmitidas ao vivo, atas  ficam disponíveis no portal da Câmara, agora quando falo sobre induzir o povo a pensar que vereadores estão roubando é quando se pergunta, “você é favor da transparência na Câmara?”, me diz quem vai ser contrario a pergunta? Onde faltou transparência nesta legislatura? O projeto apenas apresentado ainda não votado inclusive com possibilidades de ser reprovado nas comissões.

Candidatos carimbados de Primavera do Leste, como ex-vereador Santo Basso que a sua primeira postagem de todos os dias é falar do relatório de atividades dos vereados, pessoa que esteve no serviço publico, porém não admite que não obteve a quantidade votos para continuar  na função de vereador. Outro exemplo de fake news, o ex-secretário  Thadeu Junior, espalha o ódio contra os vereadores, postando o relatório de atividades. Secretario com atuação pífia, cargo conseguido por ser sobrinho do ex vice prefeito Zezinho.

Se a sociedade fizesse uma busca no site do TJ-MT ou TRR, conseguirá ter uma noção quem são os acusadores ou os hipócritas de Primavera, paladinos da moralidade, mas a realidade alguns possuem uma “capivara”  extensa, contudo é muito melhor falar de quem está no poder a qualquer custo, em suas estratégia  quem sabe assim consigo uns votos para próximas eleições.

A população tem acesso a todas as informações públicas, no portal do Tribunal de Contas do Estado http://www.tce.mt.gov.br/ no próprio portal da Câmara de Primavera http://camarapva.com.br/   além de se forem até aos órgãos públicos e solicitar informações, terão.

Analisem de onde vêm as fontes, pois o eleitor e leitor possuem um péssimo habito de ler apenas o titulo e já destilar todo tipo de palavrão contra o agente público.

Outro exemplo de fake news, na política é a moeda da troca, “me da um emprego que deixo vocês quietos”, em Primavera do Leste, todos os meses um ex-servidor  exonerado do serviço público por supostamente não ter prestado um serviço de acordo com as leis e uma comissão o julgou que não poderia mais trabalhar no serviço público, após isto passou a ser um cidadão exemplar, todos os meses vai câmara e solicita o relatório de todos os vereadores na tentativa de encontrar falhas para tumultuar e manchar a imagem dos vereadores.

Primavera é muito mais que grupos políticos, muito mais que presidentes de siglas partidárias, quem o tempo passou na vida pública, deveriam no mínimo ter a humildade de pegar o boné e sair, ou continuar contribuindo como cidadão para termos uma cidade melhor, pois cidade que a politicagem fala mais alto o povo sofre.

Opinião / Com A Palavra

 



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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