Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Administração Municipal entrega um título de regularização para idosa que aguardava documento há 37 anos



A vice-prefeita Iva Viana realizou entrega na casa da família, em trabalho feito pelo município em parceria com o Intermat

Momento em que a senhora Irondina, mesmo se recuperando da doença e acamada, recebe em mãos o título de regularização

Na manhã desta sexta-feira, 01, a vice-prefeita Iva Viana, representando o prefeito Sérgio Machnic, realizou a entrega de mais um título de propriedade urbana, por meio do trabalho que vem sendo feito pela gestão municipal em parceria com o Instituto de Terras de Mato Grosso (INTERMAT). A beneficiada desta vez foi a senhora Irondina Luiz Policarpo, que possui uma casa no Conjunto Habitacional Tancredo Neves e desde 1988 esperava pelo documento.

A senhora se encontra acamada e é cuidada pelo filho e nora, mas mesmo tratando da doença ainda se mostrou lúcida ao lembrar da época em que construiu a pequena casa, assim como deixou transparecer um sorriso ao receber em mãos os documentos.  Esse processo faz parte da Força Tarefa que vem sendo realizada pela Coordenadoria da Habitação, para registrar as propriedades das Cohabs implantadas no município de Primavera do Leste.

A vice-prefeita Iva Viana ressaltou a importância do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Administração e destacou a importância de a pessoa poder contar com a propriedade regulamentada. “É muito gratificante para nós, poder contribuir e ver a felicidade nos olhos das pessoas que trabalham e lutam para conquistar a casa própria e neste caso, agora conseguindo ter em mãos os documentos”, frisou ela.

A vice-prefeita reforça dizendo que não serão medidos esforços para que o trabalho atinja o maior número de beneficiados possível, ao longo da gestão.

As Cohabs objetos dessa parceria são: Tancredo Neves, Jaime Campos e os núcleos habitacionais contemplado pelo FETHAB – Fundo Estadual de Transporte e Habitação -, os quais recebem atendimentos de regularização fundiária. A previsão para a entrega dos títulos remanescentes é o  mês de novembro em evento que deverá contar com presença da população envolvida autoridades estaduais e municipais.

“Porém os casos específicos, como o da senhora Irodina recebem atenção especial da Administração e a entrega do título é feita o mais rápido possível  de forma itinerante atendendo os requisitos de prioridades para as pessoas  com algum grau de necessidade especial”, completa Romualdo Provoznik, que atua nas questões de regularização fundiária do município.

Essa é a preocupação em atender da melhor forma possível à população, uma vez que “a Gestão Cuida; a Gestão Faz”.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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