Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra - Opinião

Antes contra VI, agora nem tanto



Charge/ opinião LC

O advogado e agora deputado estadual Ulysses Moraes (foto), do DC, se vê numa saia justa, exposto à contradição logo no início do mandato sobre sua principal bandeira de campanha, o fim de privilégios, como a verba indenizatória. Ele se escorou no Movimento Brasil Livre, do qual é coordenador em MT, para ganhar visibilidade e se projetar politicamente. Partiu pra cima da classe política. Sobre alguns, não poupou adjetivos, desqualificando-os. Os primeiros a entrar no porrete de Ulysses, em postagem nas redes sociais, foram vereadores de Primavera do Leste, onde reside. Atacou sem dó e nem piedade os parlamentares, se opondo ao pagamento de VI. E, na campanha, prometeu acabar com essa verba que rende mensalmente aos deputados R$ 65 mil, a título de reembolso por despesas da atividade, fora o salário superior a R$ 30 mil. Eis que agora, depois se eleito e empossado, o “radical” Ulysses muda o discurso. Não quis assinar um termo, agora previsto em lei, para abrir mão da VI, nem que fosse 50% do benefício. E o deputado estreante ainda fala em apresentar projeto, propondo que o valor da verba seja reduzida em 50%. Deseja cumprir a promessa pela metade, mas sabe, desde já, que essa propositura jamais será aprovada pelos colegas para entrar em vigor.

Fonte: Coluna Blog Romilson RD News 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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