Primavera do Leste / MT - Sábado, 30 de Agosto de 2025

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Agro

Bauer do Brasil e Irricontrol apresentam soluções para agricultura irrigada na Show Safra – MT



A empresa Bauer do Brasil e a startup Irricontrol estarão pela primeira vez na Show Safra E irão apresentar o Separador S655/S855 e também suas tecnologias e inovações em pivôs centrais,  uma oportunidade de se aproximar de produtores regionais, compreender suas necessidades e ao mesmo tempo propor soluções para possuírem uma agricultura irrigada mais digital, produtiva e sustentável.

O Show Safra é uma das maiores feiras do estado do Mato Grosso , realizada anualmente em Lucas do Rio Verde. O evento reúne empresas, instituições de pesquisa, produtores rurais e profissionais do setor para apresentar as mais recentes tecnologias e tendências no campo, além de discutir temas relevantes para a agropecuária brasileira.

“O nosso objetivo é ampliar a presença nos estados brasileiros com o mix de produtos, mostrando para o produtor rural que estamos disponíveis e temos as melhores soluções de pivôs, separadores e soluções tecnológicas para irrigação. Participar do Show Safra é uma oportunidade de aprender com uma região em constante desenvolvimento e que tem um perfil semelhante ao nosso propósito, de propor ações e soluções para  ampliar a produtividade de forma  sustentável”, explica Rodrigo Parada, CO-CEO da Bauer do Brasil.

Uma das principais razões para o sucesso da cidade no agronegócio é a Fundação Rio Verde, uma instituição de pesquisa que apoia o desenvolvimento sustentável e ambientalmente sustentável. A Fundação é responsável pelo Show Safra, evento anual do agronegócio que reúne produtores, técnicos, pesquisadores e empresários para discutir novas tecnologias e práticas para melhorar a produção agrícola.

A feira oferece diversas atividades, como palestras, exposições de máquinas e equipamentos agrícolas, demonstrações de tecnologias e experimentos em lavouras. Show Safra é uma oportunidade para os participantes ampliarem seus conhecimentos, fazerem negócios e se conectarem com outras pessoas do setor.

“Exclusivamente para a Show Safra vamos apresentar nosso Separador que é destinado para as fazendas com alta concentração de animais e que enfrentam grandes desafios devido às grandes quantidades de resíduos produzidos.  A legislação existente torna ainda mais difícil a gestão adequada desses resíduos, tornando necessária a busca por soluções eficazes. Nosso equipamento é não só uma solução ambiental como também uma oportunidade de redução de despesas e até de geração de receitas extras para os produtores”, justifica o Luiz Alberto Roque CO-CEO da Bauer do Brasil e CEO da Irricontrol.

O papel do equipamento é realizar a separação automática do chorume em duas partes, uma líquida e outra sólida, proporcionando várias vantagens. O resíduo líquido pode ser distribuído facilmente sem a necessidade de técnicas sofisticadas, enquanto o resíduo sólido inodoro pode ser armazenado sem problemas. Com o separador Bauer do Brasil, os dejetos se transformam em um valioso fertilizante, ajudando a reduzir a poluição ambiental e aumentar a produtividade das fazendas de maneira sustentável. O equipamento pode ser usado na indústria alimentícia, abatedouros, indústria farmacêutica, unidades de biogás e  destilarias.

“Para cada evento, avaliamos o perfil do público e quais são as soluções mais adequadas para a região e seus produtores, pensamos em ações regionais que permitam uma aior proximidade do clientes e oportunidades de apresentarmos nossas soluções para uma produtividade com sustentabilidade. reforça Rodrigo Biasi, Diretor de Marketing e Relações Instituições da Bauer do Brasil.

A Bauer do Brasil e a Irricontrol terão um estande na feira onde também  apresentarão suas soluções em irrigação, que podem aumentar significativamente a produtividade agrícola da região. Além disso, será uma oportunidade única para os produtores da região conhecerem os produtos disponíveis para aquisição imediata, entender melhor como os pivôs são automatizados e seus benefícios de operação, bem como compartilhar  informações técnicas e esclarecer dúvidas com a equipe de especialistas.

 

Lucas do Rio Verde – MT e o impacto do agronegócio brasileiro

 

Lucas do Rio Verde, município localizado no estado de Mato Grosso, é conhecido por sua força no agronegócio e sua produção de soja, milho e algodão. A cidade é responsável por 1% de toda a produção brasileira de grãos. Esse fato ilustra o quanto o agronegócio da região é forte e impactante para a economia do país. Além disso, a cidade tem como foco promover um agronegócio cada vez mais sustentável. A cidade tem investido em tecnologias e práticas que reduzem o impacto ambiental da produção agrícola.

O agronegócio é a principal mantenedora do sistema econômico regional, gerando empregos e impulsionando o desenvolvimento da região. O sucesso do agronegócio em Lucas do Rio Verde não é um fenômeno isolado. Mato Grosso, o estado onde o município está localizado, tem 35 municípios na lista dos 100 mais ricos do agronegócio brasileiro, de acordo com levantamento feito Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A cidade é um exemplo de como a produção agrícola pode ser uma fonte importante de riqueza e desenvolvimento sustentável para uma região. O impacto da produção agrícola de Lucas do Rio Verde é significativo para a economia brasileira, e seu sucesso é um modelo para outras regiões que buscam investir no agronegócio de forma sustentável e rentável.

 

 

Show Safra

Quando: 21 – 24 de março de 2023

Local: Rodovia da Mudança Km 08 – CEP 78.455-000 – Caixa Postal 159 – Lucas do Rio Verde – MT

Site: https://www.showsafra.com.br/



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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