Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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BEBÊ MORRE APÓS SUA MÃE LHE DAR VODKA PARA FAZÊ-LO DORMIR



Por: Bruna Romanini

Foto: Shutterstock – Imagem ilustrativa – Entenda o triste caso deste bebê que morreu após sua mãe ter lhe dado vodka

 

Entenda o triste e revoltante caso de uma mãe que deu bebida alcoólica para seu bebê de oito meses

Um bebê de apenas oito meses morreu na Rússia após sua mãe ter lhe dado vodka para fazê-lo dormir. Nadezhda Yarych vivia na cidade de Shebekino na Rússia com seu filho Zakhar de oito meses.

De acordo com a polícia, o pequeno faleceu no dia 5 de janeiro e Nadezhda está sendo investigada. Isto porque ela levou seu filho ao hospital quatro vezes no período de uma semana. E todas as vezes em que o pequeno foi ao hospital, os médicos disseram que ele tinha uma infecção viral e que precisava ficar internado. Contudo, Nadezhda se recusou a deixar o filho internado e afirmou que iria trata-lo em casa.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, a mulher fez isso para que pudesse aproveitar as festas do início do ano que ocorrem na cidade. Ainda de acordo com a publicação, pessoas próximas a família afirmaram que Nadezhda constantemente dava vodka para o filho beber para que o pequeno dormisse e ela pudesse sair para festas.

O pequeno acabou não resistindo e faleceu no dia 5 de janeiro. De acordo com os médicos, a causa da morte foi a infecção viral não tratada.

A polícia local também está investigando o marido de Nadezhda, Mikhail Yarych. Ele é padrasto da criança e segundo pessoas próximas sabia da infecção e da bebida alcoólica que sua esposa dava constantemente para o pequeno beber, mas não teria feito nada a respeito.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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