Primavera do Leste / MT - Sábado, 28 de Marco de 2026

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Bolsonaro indica general para chefiar Secretaria de Governo



Nome de Carlos Alberto dos Santos Cruz para o cargo foi anunciado pelo presidente eleito na manhã desta segunda-feira (26)

presidente eleito Jair Bolsonaro indicou, no fim da manhã desta segunda-feira (26), o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz para ser o ministro-chefe da Segov (Secretaria de Governo) a partir de 1º de janeiro.

O militar tem 66 anos e já foi comandante das forças de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti e no Congo.

Em abril de 2017, Santos Cruz foi nomeado secretário de Segurança Pública do Ministério da Justiça. No ano seguinte, tornou-se consultor da ONU.

A Secretaria de Governo tem atualmente status de ministério. A pasta foi criada em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff e reunia a Secretaria-Geral da Presidência, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria da Micro e Pequena Empresa e o GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

No governo de Michel Temer, houve uma reestruturação e a Segov passou a responder apenas por questões institucionais e pela articulação política do Palácio do Planalto. Atualmente, a chefia é ocupada pelo ministro Carlos Marun.

O futuro ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, chegou a dizer na semana passada que a Secretaria de Governo seria extinta. No entanto, Bolsonaro considera manter a pasta, apesar de ainda não ter detalhado como ela funcionará a partir de 2019.

Veja abaixo a mensagem publicada pelo presidente eleito:

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Gostaria de comunicar a indicação do General-de-Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz para a Secretaria de Governo.

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R7


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geral

Ministério reúne indígenas para acordo sobre ferrovia que chegará até Lucas do Rio Verde


O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.

 

O ministério dos Transportes destacou que conduz projetos de infraestrutura com base na escuta ativa das populações afetadas e na construção conjunta de soluções. “Nosso compromisso é garantir que o desenvolvimento ocorra com responsabilidade e respeito. A Fico é estratégica para o país, mas precisa ser construída com diálogo e legitimidade”, afirmou o subsecretário de Sustentabilidade da pasta, Cloves Benevides.

 

O diretor de Empreendimentos da Infra, André Ludolfo, destacou que o avanço da ferrovia está condicionado ao entendimento com as comunidades. “Este projeto só avançará com diálogo contínuo, transparente e respeitoso com os povos indígenas. Não há hipótese de implementação sem o entendimento das comunidades”, ressaltou.

 

Ao longo das articulações, nove caciques, representantes de vinte e quatro aldeias, apresentaram demandas sobre impactos e contrapartidas do empreendimento, incluindo infraestrutura básica nas comunidades, melhoria de estradas e participação nos benefícios econômicos da ferrovia.

 

“Estamos tratando do futuro da nossa comunidade e isso exige respeito. Somos nós que vivemos na terra e precisamos decidir”, disse o cacique Joenil Waiaudzé, ao defender que a interlocução com o poder público ocorra de forma direta e com resultados concretos para as aldeias.

 

A Fico é um projeto estratégico para a logística nacional, voltado ao escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste. Conectada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), integra o Corredor Leste-Oeste, ampliando o acesso ferroviário aos portos do Arco Norte. Com 383 quilômetros de extensão, a Fico I liga Água Boa, em Mato Grosso, a Mara Rosa (GO). O segundo trecho, ainda sem previsão para ser iniciado, conectará Mara Rosa a Lucas do Rio Verde.


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Brasil

JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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