Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 03 de Abril de 2025

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Celular de Zampieri gera nova fase de operação da PF por esquema de sentenças no STJ



Celular de Zampieri gera nova fase de operação da PF por esquema de sentenças no STJ

Por determinação do Supremo Tribunal Federal, policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, no Tocantins

Reprodução

A ação é um desdobramento das investigações a partir de informações constatadas pelo celular do advogado Roberto Zampieri

DO REPÓRTER MT

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18), nova fase da Operação Sisamnes com o objetivo de investigar crimes de obstrução de Justiça, violação do sigilo funcional e corrupção ativa e passiva. A ação é um desdobramento das investigações a partir de informações constatadas pelo celular do advogado Roberto Zampieri, ssassinado em Cuiabá em 2023.

Segundo as investigações, foi identificada uma rede clandestina de monitoramento, comércio e repasse de informações sigilosas sobre o andamento de investigações sensíveis supervisionadas pelo Superior Tribunal de Justiça, frustrando, assim, a efetividade das deflagrações das operações policiais.

Assim, por determinação do Supremo Tribunal Federal, policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, no Tocantins, além das medidas de afastamento das funções públicas, proibição de contato e saída do país, e recolhimento de passaportes.

A Polícia Federal apura equema de corrupção e vazamento de informações em 14 processos. Os crimes cometidos seriam de corrupção passiva e ativa, exploração de prestígio e violação de sigilo funcional. Em alguns processos, há suspeita de mais de um crime.

Investigações baseadas na análise do celular de Zampieri levaram ao afastamento de dois desembargadores do TJMT e de cinco magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

 

Mídia Jur



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Horas antes de ser presa, acusada incentivou seguidores a ‘jogar sem medo’


A influenciadora Mariany Dias, 20, fez diversas publicações temporárias em rede social divulgando jogos, horas antes de ser presa pela Operação Quéfren, nesta quarta-feira (2). Ela é alvo de uma investigação que apura a promoção de plataformas de apostas ilegais no Brasil, como o “Jogo do Tigrinho”.

Na gravação, a influencer aparece empolgada e sorridente para falar de uma das plataformas. No vídeo, ela incentiva os seguidores a “jogar sem medo” com a promessa de conseguir ganhos exorbitantes.

“Eu não preciso falar mais é nada dessa plataforma. Está surreal mesmo, quem quer dinheiro alto, é só jogar sem medo. Olha, mamãe, eu fico tão feliz. Vocês não têm noção”, incentiva.

 

 

Conforme apurou a reportagem do , Mariany foi presa em casa, no condomínio Florais da Mata, em Várzea Grande. No Instagram, com 36,1 mil seguidores, ela divulga jogos da plataforma e ainda comentários de quem conseguiu, supostamente, lucrar com os jogos.

 

Além de influencer, ela também é estudante de odontologia da Univag. Na casa, os investigadores da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá apreenderam celular e notebook da investigada. Já a outra influenciadora, Emilly Souza, conta com 95 mil seguidores e não foi encontrada pela polícia. Ela segue foragida.

 

Operação

A Operação Quéfren, coordenada pela Polícia Civil do Ceará, cumpriu cerca de 70 mandados contra agentes de plataformas e influenciadores digitais envolvidos na promoção de jogos de azar e suspeita de lavagem de dinheiro.

 

Ao todo foram expedidos pelo juízo do 1º Núcleo de Custódia/Garantias da Comarca de Juazeiro do Norte (CE), 13 mandados de prisão, 17 de busca e apreensão, 23 de busca veicular, 15 de bloqueio de bens e valores, entre outras medidas cautelares.

 

Os alvos das ordens judiciais são das cidades de Juazeiro do Norte, Fortaleza, Itaitinga e Eusébio (CE), São Paulo, Embú das Artes e Santana de Parnaíba (SP), Cuiabá e Várzea Grande (MT) e Marabá (PA).


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