Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 17 de Abril de 2026

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Ciro Gomes compara igrejas a traficantes e diz que evangélicos têm poder de fraudar eleição



Ciro Gomes é um dos pré-candidatos à presidência da República e integra o espectro dos partidos de esquerda, com visões bastante circunstanciais a respeito das eleições de outubro, pois fez críticas ao formato de financiamento eleitoral adotado para esse ano colocando igrejas e narcotraficantes no mesmo balaio.

O político do PDT afirmou que há a possibilidade de que lideranças evangélicas passem a financiar candidatos sem o registro de doações, por causa das ofertas feitas em espécie pelos fiéis. Nesse raciocínio, além de sugerir que há denominações que descumprirão regras eleitorais, Ciro Gomes também dá a entender que as igrejas não fazem os registros das doações em um livro caixa como pede a legislação em vigor.

“Nós optamos agora pelo financiamento individual de campanhas. Ok, vamos experimentar. Mas eu desconfio que serão as eleições mais fraudadas da história do país e vai ser muito facilitado por quem circula com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Por exemplo, igrejas e narcotráfico, que estão praticamente se explicitando sobre a mesa, ou sob a mesa”, disse, comparando igrejas com o crime organizado do tráfico de drogas.

A declaração – desastrosa e do mesmo nível que Gomes acostumou-se a fazer ao longo dos anos – se deu durante o 1º Fórum Espanha-Brasil, realizado em Barcelona com a presença, dentre outros, do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso (PT) e Christian Lohbauer.

Dentre os demais assuntos abordados no fórum, Ciro Gomes referiu-se à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como “pessoa honrada”, e atacou o governo Michel Temer como uma “quadrilha”. O presidenciável foi ministro durante o primeiro mandato de Lula (PT) e como deputado federal também integrou a base aliada do ex-presidente.

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Polícia

Momento de defesa’: enteada confessa que esfaqueou o padrasto em MT para defender a mãe de agressões


Ela contou que, ao ver a situação, foi até a cozinha, pegou uma faca e agiu por desespero para proteger a mãe.

Raquel Teodoro Pontes, de 19 anos, confessou ter esfaqueado o padrasto, Sandro Rodrigues de Assis, de 40 anos, em Cuiabá. Em depoimento nesta quinta-feira (16), ela afirmou que agiu para defender a mãe de uma agressão. O crime ocorreu na quarta-feira (15), na casa onde a vítima morava, no bairro Voluntários da Pátria.

Na delegacia, Raquel relatou que chegou no meio da discussão e não entendeu o motivo da briga. Ela contou que, ao ver a situação, foi até a cozinha, pegou uma faca e agiu em um ‘momento de desespero’.

“Eu peguei uma briga deles e, quando eu vi, ela tava deitada na cama e ele já tava debruçado por cima com a mão levantada para bater nela”, afirmou a jovem.

 


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