Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 16 de Julho de 2026

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Ciro Gomes compara igrejas a traficantes e diz que evangélicos têm poder de fraudar eleição



Ciro Gomes é um dos pré-candidatos à presidência da República e integra o espectro dos partidos de esquerda, com visões bastante circunstanciais a respeito das eleições de outubro, pois fez críticas ao formato de financiamento eleitoral adotado para esse ano colocando igrejas e narcotraficantes no mesmo balaio.

O político do PDT afirmou que há a possibilidade de que lideranças evangélicas passem a financiar candidatos sem o registro de doações, por causa das ofertas feitas em espécie pelos fiéis. Nesse raciocínio, além de sugerir que há denominações que descumprirão regras eleitorais, Ciro Gomes também dá a entender que as igrejas não fazem os registros das doações em um livro caixa como pede a legislação em vigor.

“Nós optamos agora pelo financiamento individual de campanhas. Ok, vamos experimentar. Mas eu desconfio que serão as eleições mais fraudadas da história do país e vai ser muito facilitado por quem circula com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Por exemplo, igrejas e narcotráfico, que estão praticamente se explicitando sobre a mesa, ou sob a mesa”, disse, comparando igrejas com o crime organizado do tráfico de drogas.

A declaração – desastrosa e do mesmo nível que Gomes acostumou-se a fazer ao longo dos anos – se deu durante o 1º Fórum Espanha-Brasil, realizado em Barcelona com a presença, dentre outros, do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso (PT) e Christian Lohbauer.

Dentre os demais assuntos abordados no fórum, Ciro Gomes referiu-se à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como “pessoa honrada”, e atacou o governo Michel Temer como uma “quadrilha”. O presidenciável foi ministro durante o primeiro mandato de Lula (PT) e como deputado federal também integrou a base aliada do ex-presidente.

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Polícia

Operação “Elo Oculto”: Vereador é preso por suspeita de ligação com execução de jovem em Poxoréu


Polícia Civil investiga o assassinato de uma mulher de 20 anos, ocorrido em maio; crime teria sido ordenado por facção criminosa após a vítima ser apontada erroneamente como informante.

Investigações apontaram que o crime foi cometido a mando de uma facção criminosa.

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (14.7), a Operação Elo Oculto, para cumprir oito ordens judiciais relacionadas à investigação do homicídio de uma jovem, de 20 anos, ocorrido na madrugada de 10 de maio de 2026, em uma casa noturna localizada às margens da Rodovia MT-130, em Poxoréu.

 

A vítima estava no interior do estabelecimento quando um homem armado entrou no local e efetuou diversos disparos. A jovem foi atingida em regiões vitais e morreu no local.

 

As investigações, realizadas pela Delegacia de Poxoréu, apontaram que o crime foi ordenado por membros de uma facção criminosa atuante na região.

 

A motivação seria que a mãe da jovem trabalhava na base da Polícia Militar do município e, às vezes, a vítima a ajudava. Por estar presente na unidade policial, os suspeitos decidiram que ela estava sendo informante da polícia e decretaram seu homicídio.

 

 

Operação Elo Oculto

A operação, coordenada pela Delegacia de Poxoréu, com apoio das Delegacias da Regional de Primavera do Leste, tem como alvos sete pessoas relacionadas às linhas investigativas desenvolvidas no inquérito policial.

 

Foram expedidos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, totalizando oito ordens judiciais.

 

As ordens estão sendo cumpridas simultaneamente


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