Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 06 de Agosto de 2026

HOME / NOTÍCIAS

A Palavra - Brasil

Ciro Gomes compara igrejas a traficantes e diz que evangélicos têm poder de fraudar eleição



Ciro Gomes é um dos pré-candidatos à presidência da República e integra o espectro dos partidos de esquerda, com visões bastante circunstanciais a respeito das eleições de outubro, pois fez críticas ao formato de financiamento eleitoral adotado para esse ano colocando igrejas e narcotraficantes no mesmo balaio.

O político do PDT afirmou que há a possibilidade de que lideranças evangélicas passem a financiar candidatos sem o registro de doações, por causa das ofertas feitas em espécie pelos fiéis. Nesse raciocínio, além de sugerir que há denominações que descumprirão regras eleitorais, Ciro Gomes também dá a entender que as igrejas não fazem os registros das doações em um livro caixa como pede a legislação em vigor.

“Nós optamos agora pelo financiamento individual de campanhas. Ok, vamos experimentar. Mas eu desconfio que serão as eleições mais fraudadas da história do país e vai ser muito facilitado por quem circula com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Por exemplo, igrejas e narcotráfico, que estão praticamente se explicitando sobre a mesa, ou sob a mesa”, disse, comparando igrejas com o crime organizado do tráfico de drogas.

A declaração – desastrosa e do mesmo nível que Gomes acostumou-se a fazer ao longo dos anos – se deu durante o 1º Fórum Espanha-Brasil, realizado em Barcelona com a presença, dentre outros, do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso (PT) e Christian Lohbauer.

Dentre os demais assuntos abordados no fórum, Ciro Gomes referiu-se à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como “pessoa honrada”, e atacou o governo Michel Temer como uma “quadrilha”. O presidenciável foi ministro durante o primeiro mandato de Lula (PT) e como deputado federal também integrou a base aliada do ex-presidente.

Gospel +



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

Avante lança Antônio Galvan como candidato ao Senado por Mato Grosso


A escolha foi confirmada durante convenção realizada terça-feira (4).

O Partido Avante confirmou a candidatura de Antônio Galvan ao Senado. A decisão foi tomada durante convenção realizada nesta terça-feira (4).

 

O produtor rural Antônio Galvan filiou-se ao Avante em março de 2026, após deixar o Democracia Cristã (DC). A mudança ocorreu depois de um impasse com a direção nacional da legenda sobre os planos políticos do partido para as eleições deste ano.

 

Outras candidaturas aprovadas na convenção:

Charles Fernando

Ivina da Enfermagem

Jamilson Moura

Lidiane Aburad

Luís Costa

Maicon Pereira

Mirão

Paula Boaventura

Pr. Neviton

Calendário de convenções

As convenções são os eventos em que os filiados dos partidos se reúnem para escolher os candidatos nas eleições. A data limite é 5 de agosto.

 

Na sequência, os nomes devem ser registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o dia 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.

 

Nas eleições deste ano, em 4º de outubro, os brasileiros vão votar para:

 

presidente;

governador;

Senador (duas vagas por estado);

deputado federal;

deputado estadual.

O produtor rural Antônio Galvan filiou-se ao Avante em março de 2026, após deixar o Democracia Cristã (DC). Ele ganhou projeção nacional durante a presidência da Aprosoja-MT.

G1


Antenado News