Primavera do Leste / MT - Sábado, 06 de Junho de 2026

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A Palavra - Brasil

Ciro Gomes compara igrejas a traficantes e diz que evangélicos têm poder de fraudar eleição



Ciro Gomes é um dos pré-candidatos à presidência da República e integra o espectro dos partidos de esquerda, com visões bastante circunstanciais a respeito das eleições de outubro, pois fez críticas ao formato de financiamento eleitoral adotado para esse ano colocando igrejas e narcotraficantes no mesmo balaio.

O político do PDT afirmou que há a possibilidade de que lideranças evangélicas passem a financiar candidatos sem o registro de doações, por causa das ofertas feitas em espécie pelos fiéis. Nesse raciocínio, além de sugerir que há denominações que descumprirão regras eleitorais, Ciro Gomes também dá a entender que as igrejas não fazem os registros das doações em um livro caixa como pede a legislação em vigor.

“Nós optamos agora pelo financiamento individual de campanhas. Ok, vamos experimentar. Mas eu desconfio que serão as eleições mais fraudadas da história do país e vai ser muito facilitado por quem circula com grandes quantidades de dinheiro em espécie. Por exemplo, igrejas e narcotráfico, que estão praticamente se explicitando sobre a mesa, ou sob a mesa”, disse, comparando igrejas com o crime organizado do tráfico de drogas.

A declaração – desastrosa e do mesmo nível que Gomes acostumou-se a fazer ao longo dos anos – se deu durante o 1º Fórum Espanha-Brasil, realizado em Barcelona com a presença, dentre outros, do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso (PT) e Christian Lohbauer.

Dentre os demais assuntos abordados no fórum, Ciro Gomes referiu-se à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como “pessoa honrada”, e atacou o governo Michel Temer como uma “quadrilha”. O presidenciável foi ministro durante o primeiro mandato de Lula (PT) e como deputado federal também integrou a base aliada do ex-presidente.

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Polícia

Presa mulher apontada como mandante de dois assassinatos em Nova Ubiratã e tráfico em Sorriso


A foragida da justiça por envolvimento em dois homicídios em Nova Ubiratã e por tráfico de drogas em Sorriso foi presa, hoje, em Cuiabá, pela equipe da Polinter da Polícia Civil. Contra ela havia três mandados de prisão por homicídio qualificado, sob acusações de tortura, sequestro, organização criminosa e ocultação de cadáver. O terceiro é referente ao tráfico em Sorriso.

Entre os casos atribuídos à investigada está o de ser a mandante do assassinato de Pablo Ronaldo Coelho dos Santos, de 23 anos, sequestrado, torturado e morto em abril de 2023, em Nova Ubiratã. As investigações apontaram que o crime teria sido praticado por integrantes de uma organização criminosa, que ainda tentaram ocultar o cadáver.

Ela também é investigada como mandante do homicídio de Nathan Henrique Heuert, de 27 anos, em 19 de março de 2023, em uma estrada vicinal de Nova Ubiratã, com marcas de disparos de arma de fogo no rosto. Ao lado do corpo estava o veículo da vítima, que havia sido incendiado pelos criminosos, na tentativa de dificultar os trabalhos de investigação.

Após diligências realizadas pela Polinter, a foragida foi localizada e capturada, encaminhada para os procedimentos legais e permanecerá à disposição da justiça. Segundo a Polícia Civil de Sorriso, ela é apontada como ‘uma das lideranças do grupo criminoso na região’.


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