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Cliente de banco deve receber indenização após caixa eletrônico não liberar dinheiro



O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou que uma cliente de um banco em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, receba R$ 10 mil em indenização depois que o caixa eletrônico não liberou uma quantia em dinheiro sacada no local. O caso foi registrado em 2015, quando a cliente estava desempregada.

O desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, relator do caso, reformou a decisão de primeira instância, depois de entender que houve inércia da instituição bancária para resolver a situação e amá prestação do serviço.

O descaso do banco, segundo o TJMT, foi comprovado pelos documentos arrolados como provas.

O caso foi registrado no dia 12 de março de 2015. Segundo o processo, a cliente tentou realizar o saque de R$ 1 mil na conta dela. O valor, entretanto, foi debitado, mas a cliente não conseguiu retirar o montante. À época, ela havia perdido o emprego e precisava para valor para sobreviver.

“Sobretudo quando se trata de consumidor com baixa capacidade financeira. O valor da reparação deve ser fixado com razoabilidade e proporcionalidade, em consonância com o grau de culpa do ofensor, a extensão dos danos e a capacidade econômica das partes”, diz trecho da decisão.

O juiz de primeira instância havia atendido parcialmente o pedido da cliente, determinando que o banco apenas devolvesse o valor retido no momento do saque. A decisão é da Quarta Câmara de Direito Privado.

G1 MT



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política

PL decide lançar apenas um candidato ao Senado em MT para evitar divisão


O Partido Liberal (PL) decidiu que terá apenas um candidato ao Senado em Mato Grosso nas eleições de 2026. A informação foi confirmada pelo senador Wellington Fagundes, pré-candidato da sigla ao Governo de Mato Grosso, durante encontro da legenda realizado nesta segunda-feira (9), em Cuiabá.

De acordo com o parlamentar, a definição segue orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem como objetivo evitar divisão interna no grupo político, tendo em vista que alguns defendem coligações e outros apenas candidatos próprios.

Segundo ele, o nome escolhido pelo partido para a disputa é o do deputado federal José Medeiros. “A recomendação do presidente Bolsonaro é ter um só candidato exatamente para não nos dividirmos. Concentrar um senador: José Medeiros”, afirmou.

Fagundes explicou que a estratégia também leva em conta a dinâmica eleitoral, já que normalmente o candidato a governador costuma impulsionar a eleição de ao menos um senador.

“Sempre quando o governador é eleito em duas vagas, leva pelo menos um. Uma coisa está atrelada à outra”, disse.

No mesmo evento, o senador também reafirmou que o PL já definiu internamente sua candidatura ao governo do estado, enquanto Medeiros será o nome da legenda para o Senado.

Além disso, o partido pretende focar na ampliação das bancadas federal e estadual nas próximas eleições. Segundo Wellington Fagundes, a meta da sigla é repetir a eleição de quatro deputados federais e ampliar o número de parlamentares na Assembleia Legislativa.

Fonte Mídia Jur


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