Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra - política

Coluna Política – Assessoria de peso. “Vontade dividida”.



Coluna Política – Luis Costa
Assessoria de peso. Vontade dividida.

Charge politica.

Em Primavera do Leste, o vereador Irmão Rogério anda descobrindo que não basta ter mandato, é preciso também mandar. Estreante na política, homem simples, cheio de fé, ele carrega na bagagem um assessor de “peso”: Paulo Bruno. O detalhe é que Paulo parece ter mais saudade do ex-prefeito Léo do que vontade de trabalhar para o patrão atual.

De bastidores chegam relatos de que Paulo Bruno já “selou compromisso” de apoiar Léo para deputado estadual. Enquanto isso, o vereador, que ingenuamente acredita que tem autoridade no gabinete, prefere Thiago Silva – deputado eleito e irmão de fé. O choque de interesses é tão visível que já virou assunto nos corredores da Câmara: quem comanda o mandato, Rogério ou Paulo?

Tem gente comentando que Paulo anda mais animado com as reuniões políticas de Léo do que com as pautas do gabinete. Já Rogério, coitado, teria até confidenciado a aliados que está desconfortável com a “independência” do assessor, mas ainda não sabe como enquadrar o fiel escudeiro.

Melhor mesmo seria eu passar na Câmara e perguntar na porta do gabinete: quem responde, o vereador ou o assessor? Do jeito que está, Rogério arrisca ficar com a Bíblia debaixo do braço e o assessor com o mandato na mão.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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