Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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COMPROMISSO COM A INDÚSTRIA: JAYME SE REÚNE COM INDUSTRIAIS E DEFENDE REDUÇÃO DE IMPOSTOS E MAIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS



CANDIDATO VOLTOU A PONDERAR QUE É ABSURDO MATO GROSSO ABRIR MÃO DE R$ 9 BILHÕES DE RECEITAS POR CAUSA DE DESONERAÇÃO E PERDAS

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Defendendo segurança jurídica e redução drástica na carga tributária do Brasil e do Estado, o candidato a senador pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos, se reuniu com empresários do Distrito Industrial em Cuiabá e reafirmou compromissos de criar ambientes que permitam as empresas e comércios voltarem a crescer e principalmente a gerar emprego e renda.

“Temos que aliar a redução da carga tributária com os investimentos públicos em obras e logística para que Mato Grosso volte a ser o Estado esperança e terra de oportunidades. Meu compromisso e de Mauro Mendes é de buscarmos este ambiente propicio ao desenvolvimento, geração de emprego e renda, pois isto é que faz o país crescer”, disse o candidato ao Senado pelo DEM.

Para Jayme Campos as possibilidades são boas de se conseguir implementar uma nova política tributária se medidas saneadoras forem adotadas e essa é sua vontade e determinação, além da vontade do futuro governador Mauro Mendes.

“Fiquei ainda mais impressionado ao receber estudos econômicos que apontam para uma perda na arrecadação de impostos de Mato Grosso da ordem de R$ 5 bilhões com a desoneração promovida pela Lei Kandir, sem contar outros benefícios concedidos pelo Governo do Estado que elevam essas perdas para R$ 9 bilhões/ano, ou seja, o mesmo total arrecadado apenas com o ICMS. Se não estancarmos essas perdas fica difícil de se falar em reduzir a carga tributária”, disse Jayme Campos.

Para ele, o mais importante, neste momento de crise é estancar as perdas dos cofres públicos, otimizar os recursos arrecadados e manter os serviços essenciais até que o equilíbrio volte a ser conquistado.

“Estamos pouco mais da metade do mês de setembro e após acabar este ainda teremos mais três meses de arrecadação de impostos, que historicamente são crescentes, ou seja, são sempre maiores que o mesmo período do ano anterior. No Governo Federal já são R$ 1,783,1 trilhão arrecadado em todo o Brasil e em Mato Grosso este valor chega a R$ 18.445,9 bilhões, demonstrando que o país e o Estado são ricos, mas padecem pela falta de uma gestão mais profícua e realista. Não adianta ouvir os empresários apenas na época das eleições. Ou mantemos um contato rotineiro e vamos continuar errando”, disparou Jayme Campos.

Ele foi mais longe ao frisar que Mato Grosso precisa industrializar sua produção do agronegócio, para agregar valores e impedir que grande parte da receita local acabe gerando dividendos em outros Estados do Brasil, justamente por falta de industrialização.

“Estamos nos últimos anos andando para trás. O pouco que avançamos em nada surte efeito positivo, pois sempre estamos atrás de outros Estados brasileiros que já estão em estágio avançado de industrialização”, disse Jayme Campos assegurando que vai abrir discussões em prol da reforma tributária nacional e local no primeiro ano do mandato. “O Brasil e os brasileiros não podem esperar mais. Temos que tomar decisões firmes agora, rapidamente e melhorar o ambiente de negócios e a esperança de que vivemos em um país rico, mas que está sendo comandado de forma errada”, disse Jayme Campos.



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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