Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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COMPROMISSO COM A INDÚSTRIA: JAYME SE REÚNE COM INDUSTRIAIS E DEFENDE REDUÇÃO DE IMPOSTOS E MAIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS



CANDIDATO VOLTOU A PONDERAR QUE É ABSURDO MATO GROSSO ABRIR MÃO DE R$ 9 BILHÕES DE RECEITAS POR CAUSA DE DESONERAÇÃO E PERDAS

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Defendendo segurança jurídica e redução drástica na carga tributária do Brasil e do Estado, o candidato a senador pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos, se reuniu com empresários do Distrito Industrial em Cuiabá e reafirmou compromissos de criar ambientes que permitam as empresas e comércios voltarem a crescer e principalmente a gerar emprego e renda.

“Temos que aliar a redução da carga tributária com os investimentos públicos em obras e logística para que Mato Grosso volte a ser o Estado esperança e terra de oportunidades. Meu compromisso e de Mauro Mendes é de buscarmos este ambiente propicio ao desenvolvimento, geração de emprego e renda, pois isto é que faz o país crescer”, disse o candidato ao Senado pelo DEM.

Para Jayme Campos as possibilidades são boas de se conseguir implementar uma nova política tributária se medidas saneadoras forem adotadas e essa é sua vontade e determinação, além da vontade do futuro governador Mauro Mendes.

“Fiquei ainda mais impressionado ao receber estudos econômicos que apontam para uma perda na arrecadação de impostos de Mato Grosso da ordem de R$ 5 bilhões com a desoneração promovida pela Lei Kandir, sem contar outros benefícios concedidos pelo Governo do Estado que elevam essas perdas para R$ 9 bilhões/ano, ou seja, o mesmo total arrecadado apenas com o ICMS. Se não estancarmos essas perdas fica difícil de se falar em reduzir a carga tributária”, disse Jayme Campos.

Para ele, o mais importante, neste momento de crise é estancar as perdas dos cofres públicos, otimizar os recursos arrecadados e manter os serviços essenciais até que o equilíbrio volte a ser conquistado.

“Estamos pouco mais da metade do mês de setembro e após acabar este ainda teremos mais três meses de arrecadação de impostos, que historicamente são crescentes, ou seja, são sempre maiores que o mesmo período do ano anterior. No Governo Federal já são R$ 1,783,1 trilhão arrecadado em todo o Brasil e em Mato Grosso este valor chega a R$ 18.445,9 bilhões, demonstrando que o país e o Estado são ricos, mas padecem pela falta de uma gestão mais profícua e realista. Não adianta ouvir os empresários apenas na época das eleições. Ou mantemos um contato rotineiro e vamos continuar errando”, disparou Jayme Campos.

Ele foi mais longe ao frisar que Mato Grosso precisa industrializar sua produção do agronegócio, para agregar valores e impedir que grande parte da receita local acabe gerando dividendos em outros Estados do Brasil, justamente por falta de industrialização.

“Estamos nos últimos anos andando para trás. O pouco que avançamos em nada surte efeito positivo, pois sempre estamos atrás de outros Estados brasileiros que já estão em estágio avançado de industrialização”, disse Jayme Campos assegurando que vai abrir discussões em prol da reforma tributária nacional e local no primeiro ano do mandato. “O Brasil e os brasileiros não podem esperar mais. Temos que tomar decisões firmes agora, rapidamente e melhorar o ambiente de negócios e a esperança de que vivemos em um país rico, mas que está sendo comandado de forma errada”, disse Jayme Campos.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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