Primavera do Leste / MT - Sábado, 06 de Junho de 2026

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Condutora que atropelou e matou jovem diz que chinelo embaraçou nos pedais



A condutora da caminhonete que atropelou e matou a estudante Giselle Gonçalves de Almeida, de 24 anos, em Rondonópolis, disse à Polícia Judiciária Civil (PJC) que embaraçou o calçado que usava, um chinelo de dedos, nos pedais do veículo, acelerando de forma inesperada e invadindo a preferencial, atingindo a motocicleta conduzida por Giselle.

O acidente ocorreu na tarde de domingo (3) no cruzamento da avenida Kamal Jumblat com a rua Rio Branco, no bairro Monte Líbano. A vítima morreu no local. Com o impacto, a caminhonete ainda fora de controle subiu na calçada atingindo outra motocicleta que estava estacionada na entrada de uma garagem e parou a aproximadamente 60 metros do local que atingiu a moto de Giselle.

A Polícia realizou o teste de alcoolemia e não foi constatado a ingestão de bebida alcoólica por parte da condutora da caminhonete. Após o fato, a motorista foi conduzida pela Polícia Militar até a Delegacia para as providências cabíveis e deve responder pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. (Com Agora MT)



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ACABOU A MAMATA? Ex-deputado recebeu R$ 55 mil ao sair da Assembleia


O ex-deputado estadual recebeu R$ 55 mil antes de ser exonerado da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), após suspeitas de não comparecer ao serviço e nem bater ponto. Isso porque, antes de deixar o cargo, Ulysses foi contemplado com um novo cargo de maneira retroativa, deixando a Superintendência de Controle Interno de Fiscalização Financeira e Contábil para se tornar superintendente de Relações Internacionais com um salário bruto de R$ 55.613,63.  Segundo a Assembleia, houve a mudança de cargo, mas o valor é referente à rescisão trabalhista e não ao salário.

 

De acordo com o diário eletrônico do parlamento estadual, publicado no último dia 3 de junho, a Mesa Diretora oficializou a troca de maneira retroativa, ou seja, quando ele já teria deixado a função.

 

“Proceder à alteração do cargo em comissão, do servidor Ulysses Lacerda Moraes, exonerado do cargo de Superintendente de Cont Int Fis Fin Con, símbolo DSL-IV, lotado no(a) Secretaria de Controle Interno, e nomeado para o cargo de Superintendente de Relações Internacionais, símbolo DSL-IV, lotado no(a) Gabinete da Presidência a partir de 01/05/2026”, diz a publicação, com assinaturas do presidente Max Russi (Pode) e do primeiro-secretário Drº João José (MDB) feitas no dia 26 de maio.

 

Na mesma edição, o diário eletrônico também publicou a exoneração do ex-deputado a partir do dia 31 de maio. Ou seja, Ulysses Moraes, que desde março de 2023 tinha um salário bruto de R$ 19 mil mensais, recebeu no último mês de maio o valor de R$ 49.418,42 líquido pela demissão.

 

Não é possível saber se ele realmente chegou a exercer a função de Superintendente de Relações Internacionais da Assembleia no mês passado, já que a informação só foi publicada neste mês e com a mudança oficializada no dia 26 de maio.

No mês passado, o Jornal A Gazeta revelou que o ex-deputado já recebeu R$ 785 mil em salários sem nunca ter batido ponto. Após a repercussão nacional da ausência do servidor, passou a circular um vídeo em que ele aparece pelos corredores da Casa de Leis.   Apesar de receber dinheiro público, o ex-parlamentar realiza, em pleno horário de expediente, atividades políticas em defesa do bolsonarismo e com críticas ao governo Lula (PT).

 

Oriundo do Movimento Brasil Livre (MBL), Ulysses é conhecido nas redes sociais por vídeos que grava, em dias de semana, questionando pessoas humildes, manifestantes de esquerda ou universitários de instituições públicas.


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