Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Janeiro de 2026

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Condutora que atropelou e matou jovem diz que chinelo embaraçou nos pedais



A condutora da caminhonete que atropelou e matou a estudante Giselle Gonçalves de Almeida, de 24 anos, em Rondonópolis, disse à Polícia Judiciária Civil (PJC) que embaraçou o calçado que usava, um chinelo de dedos, nos pedais do veículo, acelerando de forma inesperada e invadindo a preferencial, atingindo a motocicleta conduzida por Giselle.

O acidente ocorreu na tarde de domingo (3) no cruzamento da avenida Kamal Jumblat com a rua Rio Branco, no bairro Monte Líbano. A vítima morreu no local. Com o impacto, a caminhonete ainda fora de controle subiu na calçada atingindo outra motocicleta que estava estacionada na entrada de uma garagem e parou a aproximadamente 60 metros do local que atingiu a moto de Giselle.

A Polícia realizou o teste de alcoolemia e não foi constatado a ingestão de bebida alcoólica por parte da condutora da caminhonete. Após o fato, a motorista foi conduzida pela Polícia Militar até a Delegacia para as providências cabíveis e deve responder pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. (Com Agora MT)



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Polícia Civil prende foragida da Justiça há 16 anos por estupro de vulnerável de neta em Tapurah


Condenada pelo crime foi localizada em uma propriedade a aproximadamente 150 quilômetros de Juara

Uma mulher condenada da Justiça por estupro de vulnerável praticado contra a sua própria neta teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na segunda-feira (12.1),no município de Tapurah.

 

A mulher, de 65 anos, foi presa pelo crime no ano de 2009, junto ao seu marido, os dois pela prática de estupro de vulnerável.

 

No ano de 2010, ela conseguiu a possibilidade de responder pelo crime em liberdade, não sendo mais sabido do seu paradeiro até então, estando há 16 anos foragida. A condenação definitiva pelo crime ocorreu em 2016.

 

Segundo as investigações, a condenada, que foi suplente a vereadora na cidade de Intanhangá no ano de 2004, segurava e tampava a boca da criança para que o marido praticasse os abusos.

 

Durante investigações conduzidas pela equipe da Delegacia de Tapurah com apoio da Delegacia de Porto dos Gaúchos foi possível localizar o paradeiro na foragida na cidade de Juara.

 

Após diversas diligências, a procurada foi localizada em uma propriedade a cerca de 150 quilômetros do município, onde teve a ordem judicial cumprida. A presa foi conduzida à Delegacia de Juara para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocada à disposição da Justiça.


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