Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 27 de Abril de 2026

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Condutora que atropelou e matou jovem diz que chinelo embaraçou nos pedais



A condutora da caminhonete que atropelou e matou a estudante Giselle Gonçalves de Almeida, de 24 anos, em Rondonópolis, disse à Polícia Judiciária Civil (PJC) que embaraçou o calçado que usava, um chinelo de dedos, nos pedais do veículo, acelerando de forma inesperada e invadindo a preferencial, atingindo a motocicleta conduzida por Giselle.

O acidente ocorreu na tarde de domingo (3) no cruzamento da avenida Kamal Jumblat com a rua Rio Branco, no bairro Monte Líbano. A vítima morreu no local. Com o impacto, a caminhonete ainda fora de controle subiu na calçada atingindo outra motocicleta que estava estacionada na entrada de uma garagem e parou a aproximadamente 60 metros do local que atingiu a moto de Giselle.

A Polícia realizou o teste de alcoolemia e não foi constatado a ingestão de bebida alcoólica por parte da condutora da caminhonete. Após o fato, a motorista foi conduzida pela Polícia Militar até a Delegacia para as providências cabíveis e deve responder pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. (Com Agora MT)



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Polícia

Operação da policia prende faccionados por tráfico e homicídios


A  Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27), a Operação Codinomes para cumprir 22 ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e homicídios na região de Cáceres (225 km ao oeste de Cuiabá).

 

Ao todo, estão sendo cumpridos 5 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Cáceres, Mirassol d’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após parecer favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.

 

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e pela Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira. Os trabalhos começaram em julho de 2025 e identificaram cerca de 35 pessoas ligadas à organização criminosa, que atuava de forma estruturada, com divisão de funções para prática de tráfico e crimes violentos em Cáceres.

 

Segundo a Polícia Civil, o grupo mantinha ao menos 32 pontos de venda de drogas no município. Parte das ações era coordenada por integrantes presos no sistema penitenciário.

Entre os investigados está uma mulher conhecida como “Princesa”, apontada como gerente regional da facção e alvo anterior da Operação Coroa Quebrada.

Ainda conforme apurado, detentos repassavam ordens para membros em liberdade monitorarem pessoas supostamente ligadas a facções rivais. O grupo também mantinha um rígido esquema de vigilância territorial, com envio de fotos e vídeos de bairros para acompanhar movimentações policiais e de adversários.

Nome da operação

O nome “Codinomes” faz referência à estratégia dos investigados, que trocavam constantemente de apelidos para dificultar a identificação pelas forças de segurança.

Força-tarefa

A operação mobiliza equipes da Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar, por meio do Bope, Rotam, Força Tática, Raio e 6º Batalhão, além do Exército Brasileiro, com apoio do Comando de Fronteira Jauru/66º Batalhão de Infantaria Motorizado.

Também participam equipes da Delegacia Regional de Cáceres, GCCO, Draco de Cuiabá e Derf de Primavera do Leste.

Ao todo, a ação reúne 64 policiais civis, 40 militares, 15 policiais penais e 23 militares do Exército.

Redação MT / Com Assessoria


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