Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 19 de Maio de 2026

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Condutora que atropelou e matou jovem diz que chinelo embaraçou nos pedais



A condutora da caminhonete que atropelou e matou a estudante Giselle Gonçalves de Almeida, de 24 anos, em Rondonópolis, disse à Polícia Judiciária Civil (PJC) que embaraçou o calçado que usava, um chinelo de dedos, nos pedais do veículo, acelerando de forma inesperada e invadindo a preferencial, atingindo a motocicleta conduzida por Giselle.

O acidente ocorreu na tarde de domingo (3) no cruzamento da avenida Kamal Jumblat com a rua Rio Branco, no bairro Monte Líbano. A vítima morreu no local. Com o impacto, a caminhonete ainda fora de controle subiu na calçada atingindo outra motocicleta que estava estacionada na entrada de uma garagem e parou a aproximadamente 60 metros do local que atingiu a moto de Giselle.

A Polícia realizou o teste de alcoolemia e não foi constatado a ingestão de bebida alcoólica por parte da condutora da caminhonete. Após o fato, a motorista foi conduzida pela Polícia Militar até a Delegacia para as providências cabíveis e deve responder pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. (Com Agora MT)



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‘QUEM SOFRE, SOFRE CALADO’ ‘Agressor não tem cara’, alerta delegado sobre crimes sexuais contra menores


Como forma de alertar a população para os crimes sexuais que têm crianças e adolescentes como vítimas, o delegado Ramiro Queiroz, da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), apontou que “o agressor não tem cara”.

 

“Todos nós temos a cara do agressor. Hoje eu prendi um pai, ele tinha acabado de chegar do trabalho [trabalhava de noite]. Para a sociedade, ele é um trabalhador”, disse o delegado.

 

O preso é um dos 18 alvos da Operação Marco Zero, deflagrada nesta segunda-feira (18), que tem como objetivo combater o crime de estupro de vulnerável em Mato Grosso.

 

Conforme a polícia, 16 alvos estão na Baixada Cuiabana e outros dois entre Pernambuco e Mato Grosso do Sul. O delegado expressou ainda a tristeza de ter que falar sobre um crime tão bárbaro contra uma criança que deveria ser protegida pelo pai.

 

Na verdade, ele era um agressor que, além de bater na filha de oito anos, a amarrava com o cinto e cometia os abusos.

 

“Não entra na minha cabeça uma atitude dessas, um pai ter esse tipo de conduta, pois é ele que teria que proteger e dar segurança para essa criança se tornar um adulto capaz sem nenhum tipo de trauma. Eu me pergunto como está a cabeça dessa menina agora”, lamentou.

 

“Esse crime é cometido entre quatro paredes, quase ninguém testemunha. E, quem sofre, sofre calado. Por isso, é importante observar nossas crianças, se mudam de comportamento, de conduta”, ressaltou o delegado.

 

As investigações reuniram elementos robustos que subsidiaram os pedidos de prisão preventiva ao Poder Judiciário, demonstrando a gravidade dos crimes apurados e a necessidade de resguardar as vítimas, bem como garantir a aplicação da lei penal.

 

“O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, destacou o delegado.

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