Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 15 de Outubro de 2026

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Polícia

Corpo de professor ficou em freezer e foi jogado na zona rural, diz delegado



Investigação apontou que o professor Carlos de Souza Pedrosa, 58, foi morto a facada entres os dias 3 e 5 de agosto, após uma discussão com dois jovens em sua residência, em Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá). Antes de ser desovado em um lixão, o corpo do professor foi colocado em um freezer.

Em entrevista ao site, o delegado responsável pelo caso, Adil Pinheiro de Paula, relatou que o crime bárbaro ocorreu por conta de uma discussão por eletrodomésticos da casa da vítima que, apesar de morar sozinho, tinha a presença frequente dos jovens suspeitos do crime.

 

“Eles não eram parentes, mas se conheciam a tempo, o professor Carlos morava sozinho e esses dois suspeitos eram como hóspedes na casa, eles aproveitavam que o professor ficava sozinho e que gostava de beber, para usar a casa para  como local de consumo excessivo de bebidas”, explicou.

 

Carlos havia separado da esposa e por isso morava sozinho, ele pretendia vender seus moveis e eletrodomésticos para sair da cidade. Esse foi o motivo da discussão com os dois suspeitos do crime, que pretendiam ficar com as coisas e não tinham condições para pagar.

 

“Aproveitaram de uma vulnerabilidade e o mataram com golpes de faca. Depois, colocaram o corpo dentro de um freezer, perceberam que não estava gelando, então pegaram uma caminhonete emprestada e desovaram o corpo próximo a um lixão”, pontuo.

 

Investigação

O delegado acredita que o crime tenha ocorrido no começo do mês, em decorrência da prisão de um dos envolvidos por furto no dia 5 de agosto, quando usava o cartão da vítima para comprar cigarro e bebidas. Mas, a polícia não sabia que Carlos estava desaparecido.

 

Vítima não respondia às mensagens da família desde o dia 03 de agosto, porém o boletim foi registrado somente no dia 07. O corpo de Carlos só foi encontrado na segunda-feira (26), após um dos suspeitos ter sido preso. Ele tem 18 anos e estava em posse de vários objetos furtados da casa da vítima.

 

O segundo suspeito foi identificado, mas segue foragido.

GD



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Entretenimento - geral

Homem viaja mais de 2 mil km para encontrar namorada virtual e descobre que ela foi criada por inteligência artificial


Caso chama a atenção para os riscos de golpes amorosos e perfis falsos nas redes sociais.

 

Um homem de 49 anos percorreu mais de 2 mil quilômetros na esperança de encontrar a mulher com quem acreditava manter um relacionamento virtual. Ao chegar ao destino, em Belo Horizonte (MG), descobriu que a suposta namorada não existia: ela era uma personagem criada por inteligência artificial (IA).

 

Segundo informações divulgadas pela imprensa, Edimar, pedreiro e divorciado, conheceu o perfil de uma mulher chamada Jéssica Oliveira, também conhecida como Jéssica Fazendeira, nas redes sociais. A personagem acumulava mais de 300 mil seguidores e publicava conteúdos afirmando estar divorciada, ter um filho e procurar um companheiro para compartilhar a vida em uma fazenda.

 

Promessas de uma vida a dois

 

De acordo com o relato do homem, a suposta namorada demonstrava interesse em recebê-lo e prometia ajudar com as despesas da viagem, buscá-lo e proporcionar uma vida confortável. Convencido de que poderia iniciar um relacionamento verdadeiro, ele saiu de Imperatriz (MA) na sexta-feira (9) e chegou à capital mineira no domingo (11).

 

No entanto, ao desembarcar, Edimar tentou localizar a mulher em diferentes lugares, sem sucesso. Ele chegou a mostrar fotografias da personagem a pessoas nas ruas, perguntando se alguém a conhecia, mas ninguém conseguiu identificá-la.

 

Foi depois dessas tentativas frustradas que o homem percebeu que havia sido enganado e que as imagens utilizadas no perfil eram produzidas por inteligência artificial.

 

Alerta para quem busca relacionamentos na internet

 

O caso reforça a importância de redobrar os cuidados com relacionamentos iniciados nas redes sociais. Perfis com fotografias realistas, vídeos e milhares de seguidores não são, necessariamente, garantia de que uma pessoa seja verdadeira.

 

Antes de viajar para encontrar alguém conhecido pela internet ou enviar dinheiro, especialistas recomendam verificar a identidade da pessoa, realizar chamadas de vídeo ao vivo e desconfiar de promessas financeiras ou histórias que não possam ser confirmadas.

 

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