Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 19 de Junho de 2026

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Polícia

Corpo de professor ficou em freezer e foi jogado na zona rural, diz delegado



Investigação apontou que o professor Carlos de Souza Pedrosa, 58, foi morto a facada entres os dias 3 e 5 de agosto, após uma discussão com dois jovens em sua residência, em Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá). Antes de ser desovado em um lixão, o corpo do professor foi colocado em um freezer.

Em entrevista ao site, o delegado responsável pelo caso, Adil Pinheiro de Paula, relatou que o crime bárbaro ocorreu por conta de uma discussão por eletrodomésticos da casa da vítima que, apesar de morar sozinho, tinha a presença frequente dos jovens suspeitos do crime.

 

“Eles não eram parentes, mas se conheciam a tempo, o professor Carlos morava sozinho e esses dois suspeitos eram como hóspedes na casa, eles aproveitavam que o professor ficava sozinho e que gostava de beber, para usar a casa para  como local de consumo excessivo de bebidas”, explicou.

 

Carlos havia separado da esposa e por isso morava sozinho, ele pretendia vender seus moveis e eletrodomésticos para sair da cidade. Esse foi o motivo da discussão com os dois suspeitos do crime, que pretendiam ficar com as coisas e não tinham condições para pagar.

 

“Aproveitaram de uma vulnerabilidade e o mataram com golpes de faca. Depois, colocaram o corpo dentro de um freezer, perceberam que não estava gelando, então pegaram uma caminhonete emprestada e desovaram o corpo próximo a um lixão”, pontuo.

 

Investigação

O delegado acredita que o crime tenha ocorrido no começo do mês, em decorrência da prisão de um dos envolvidos por furto no dia 5 de agosto, quando usava o cartão da vítima para comprar cigarro e bebidas. Mas, a polícia não sabia que Carlos estava desaparecido.

 

Vítima não respondia às mensagens da família desde o dia 03 de agosto, porém o boletim foi registrado somente no dia 07. O corpo de Carlos só foi encontrado na segunda-feira (26), após um dos suspeitos ter sido preso. Ele tem 18 anos e estava em posse de vários objetos furtados da casa da vítima.

 

O segundo suspeito foi identificado, mas segue foragido.

GD



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Brasil

Após mais de 30 anos, cozinheira em quartel no Nortão reencontra filho com ajuda de policiais militares


Só Notícias/Kelvin Ramirez e Fabiano Marques (fotos: reprodução)

Uma história marcada pela esperança e pela emoção teve um desfecho feliz em União do Sul (169 km de Sinop). Após mais de 30 anos sem contato com o filho, a cozinheira do quartel da Polícia Militar no município, dona Júlia, conseguiu reencontrar o familiar graças ao trabalho realizado por policiais da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Agência Local de Inteligência de Sinop.

Muito querida pelos militares da unidade, dona Júlia convivia há décadas com o desejo de reencontrar o filho, de quem havia perdido contato ao longo da vida. Sensibilizados com a situação, os policiais militares de Sinop, durante diligências em União do Sul, decidiram unir esforços para tentar localizar o paradeiro dele.

A equipe iniciou uma série de diligências, utilizando ferramentas de inteligência, consultas em sistemas, levantamentos de informações e diversos contatos telefônicos em busca de pistas que pudessem levar ao paradeiro do homem. Após semanas de trabalho e inúmeras verificações, os policiais conseguiram identificar e localizar o filho de dona Júlia na cidade de Itatiba, no interior de São Paulo, a cerca de 80 quilômetros da capital paulista.

Em vídeo divulgado pela corporação, dona Júlia aparece emocionada ao falar sobre a realização do sonho de reencontrar o filho após tantos anos de separação. Já o filho, identificado como Herbert, atualmente com 40 anos, também agradeceu o empenho dos militares e destacou a importância da atuação da equipe para tornar possível o reencontro. Ele ainda agradeceu nominalmente aos policiais envolvidos na busca pelo apoio prestado.

 


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