Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 10 de Abril de 2026

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Corpo de professor ficou em freezer e foi jogado na zona rural, diz delegado



Investigação apontou que o professor Carlos de Souza Pedrosa, 58, foi morto a facada entres os dias 3 e 5 de agosto, após uma discussão com dois jovens em sua residência, em Tangará da Serra (239 km a médio-norte de Cuiabá). Antes de ser desovado em um lixão, o corpo do professor foi colocado em um freezer.

Em entrevista ao site, o delegado responsável pelo caso, Adil Pinheiro de Paula, relatou que o crime bárbaro ocorreu por conta de uma discussão por eletrodomésticos da casa da vítima que, apesar de morar sozinho, tinha a presença frequente dos jovens suspeitos do crime.

 

“Eles não eram parentes, mas se conheciam a tempo, o professor Carlos morava sozinho e esses dois suspeitos eram como hóspedes na casa, eles aproveitavam que o professor ficava sozinho e que gostava de beber, para usar a casa para  como local de consumo excessivo de bebidas”, explicou.

 

Carlos havia separado da esposa e por isso morava sozinho, ele pretendia vender seus moveis e eletrodomésticos para sair da cidade. Esse foi o motivo da discussão com os dois suspeitos do crime, que pretendiam ficar com as coisas e não tinham condições para pagar.

 

“Aproveitaram de uma vulnerabilidade e o mataram com golpes de faca. Depois, colocaram o corpo dentro de um freezer, perceberam que não estava gelando, então pegaram uma caminhonete emprestada e desovaram o corpo próximo a um lixão”, pontuo.

 

Investigação

O delegado acredita que o crime tenha ocorrido no começo do mês, em decorrência da prisão de um dos envolvidos por furto no dia 5 de agosto, quando usava o cartão da vítima para comprar cigarro e bebidas. Mas, a polícia não sabia que Carlos estava desaparecido.

 

Vítima não respondia às mensagens da família desde o dia 03 de agosto, porém o boletim foi registrado somente no dia 07. O corpo de Carlos só foi encontrado na segunda-feira (26), após um dos suspeitos ter sido preso. Ele tem 18 anos e estava em posse de vários objetos furtados da casa da vítima.

 

O segundo suspeito foi identificado, mas segue foragido.

GD



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Polícia

Sob forte comoção, corpo da sargento Heloísa Pérola é velado em Barra do Garças


Araguaia Notícia

O corpo da sargento da Polícia Militar Heloísa Pérola chegou por volta das 13h50 de quinta-feira (9/4) à Casa de Velório de Barra do Garças, onde familiares, amigos e colegas de farda prestam as últimas homenagens.

 

O translado foi realizado a partir de Alto Boa Vista em uma aeronave. Na chegada, o cortejo seguiu do aeroporto até a casa de velório com acompanhamento de viaturas da Polícia Militar, em um momento marcado por forte emoção.

 

Heloísa foi encontrada sem vida em sua residência na quarta-feira (8/4). A policial enfrentava problemas psicológicos desde a morte do filho, Gabriel Pérola, ocorrida em janeiro deste ano.

 

Gabriel, que era lutador de kickboxing e personal trainer, foi encontrado morto em casa. À época, o caso foi tratado pelas autoridades como suicídio, versão que nunca foi aceita pela mãe. Heloísa chegou a contratar advogado e perito particular para tentar esclarecer as circunstâncias da morte do filho, levantando a possibilidade de que ele pudesse ter sido vítima de um crime.

 

O jovem estava em ascensão na carreira esportiva e sonhava em, futuramente, abrir uma academia ao lado da mãe, que também se preparava para a aposentadoria.

 

A sequência de perdas abalou profundamente familiares e amigos, gerando grande comoção na cidade e em toda a região do Araguaia.

 

O sepultamento da sargento está previsto para o final da manhã de sexta-feira (10/4). Durante o velório, diversas homenagens estão sendo prestadas, marcando a despedida de uma profissional respeitada e querida pela comunidade.


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