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Cultura inaugura salas dos projetos Família Hip Hop e Acorde PVA com foco em acolhimento, arte e descentralização



Cultura inaugura salas dos projetos Família Hip Hop e Acorde PVA com foco em acolhimento, arte e descentralização

Após inauguração na Escola Alda Scopel, projeto será implantado nesta quinta-feira (29), às 15h, na Escola Tia Djane, ampliando o acesso à cultura e à música na rede municipal

 

Coordenadoria de Comunicação – 29/05/2025

 

Cultura inaugura salas dos projetos Família Hip Hop e Acorde PVA com foco em acolhimento, arte e descentralização

Em uma noite marcada por emoção, arte e compromisso social, a Prefeitura de Primavera do Leste, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Juventude (SECULT), inaugurou nesta terça-feira (27) duas salas temáticas na Escola Municipal Alda Scopel: uma dedicada ao projeto Família Hip Hop e outra ao Acorde PVA.

 

Mais do que espaços físicos, as salas simbolizam o fortalecimento de políticas públicas que acreditam no poder transformador da cultura e no fortalecimento do vínculo com as famílias, segundo informações do secretário de cultura. “A Família Hip Hop é mais que um projeto cultural. É um gesto de amor, um abraço para a criança e o adolescente que busca um espaço para pertencer. É uma porta aberta para transformar sonhos em realidade”, afirmou Leopoldino André.

 

Com foco no acolhimento e na valorização da identidade, o projeto Família Hip Hop ofertará aulas de breaking, dança e expressão urbana, ofertadas nos períodos da manhã, tarde e noite. A expectativa da Secretaria de Cultura é que o projeto alcance cerca de 300 estudantes ao longo do ano.

 

Já o Acorde PVA irá aproximar os alunos da linguagem musical, desenvolvendo habilidades como atenção, memória, disciplina e socialização, além de valores como empatia, sensibilidade e respeito à diversidade. A previsão é de que o projeto atenda um total de 200 crianças e adolescentes, nos três períodos, oferecendo aulas de iniciação musical de forma lúdica e inclusiva.

 

A vice-prefeita Iva Viana, durante a solenidade, reforçou a importância da descentralização das ações culturais. “O secretário André é o primeiro a ter essa sensibilidade: levar a cultura para todos os cantos da cidade. E enquanto gestores, nosso papel é esse, o de investir nos jovens, para que no futuro não precisamos investir em áreas como segurança e saúde. Cultura é prevenção, é desenvolvimento”, declarou.

 

A diretora da unidade, Elizângela Aparecida, enfatizou a relevância da iniciativa diante dos desafios enfrentados. “A Alda Scopel é a escola com o maior índice de evasão da regional. E esses projetos vêm justamente para mudar esse cenário. Quando procurei o secretário André, fui recebida com atenção e agilidade. Em poucos dias, ele me apresentou esses projeto que farão toda a diferença na nossa unidade escolar. Isso mostra o compromisso da gestão com nossos jovens”, ressaltou.

 

A ambientação das salas, assinada pela artista visual Nayara Moraes, encantou os presentes. Com grafites vibrantes que representam a cultura urbana na sala do Hip Hop e elementos visuais que remetem à musicalidade na sala do Acorde PVA, Nayara conseguiu traduzir a essência de cada projeto. “Minha intenção foi transformar esses espaços em ambientes que acolhem, inspiram e despertam o potencial criativo de cada criança”, explicou a artista.

 

O maestro Admilson dos Prazeres, responsável pelo projeto Acorde PVA, emocionou o público ao tocar violão de diferentes formas, inclusive com o instrumento nas costas, arrancando aplausos e encantando as crianças. “A música tem um poder transformador. Ela ensina mais do que técnica: ensina sensibilidade, foco e humanidade”, afirmou.

 

O instrutor e professor de breaking, Aluilton, agradeceu o apoio da gestão à cultura urbana. “Agradeço à Cultura por fortalecer as culturas urbanas. Estamos muito gratos à gestão do prefeito Sérgio Machnic, e pode ter certeza: isso é apenas 1% de algo muito maior que está por vir”, destacou.

 

Representando a Câmara Municipal, o vereador Jóelio Moraes reforçou o papel do Legislativo no apoio a iniciativas que promovem cidadania. “Projetos como esses transformam realidades. E é nosso dever, como vereadores, garantir que eles tenham continuidade e o respaldo necessário para crescer.”

 

Ao final do evento, os alunos foram convidados a conhecer os novos espaços. Os sorrisos, os olhos brilhando e a atmosfera de entusiasmo tomaram conta da escola; um verdadeiro retrato do que a cultura, quando integrada à gestão pública, pode realizar.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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