Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 11 de Agosto de 2026

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Estudante morre após complicações em cirurgia de lipoaspiração em Cuiabá



Thayane foi transferida para outro hospital particular após as complicações, acompanhada de um anestesista e um cirurgião assistente, mas não resistiu e morreu.

Uma mulher de 35 anos morreu depois de complicações em uma lipoaspiração no Hospital Valore, em Cuiabá, nessa quarta-feira (23). Thayane Oliveira Sousa Leal deixa 3 filhos e o marido.

Em nota, o Hospital Valore informou que a paciente deu entrada na manhã do dia 23, passando por todos os protocolos de internação antes de ser encaminhada ao centro cirúrgico, onde ocorreu uma intercorrência (veja nota na íntegra no final da matéria).

“Durante o procedimento, houve uma intercorrência, sendo prestado prontamente todo o atendimento necessário. Conforme os protocolos estabelecidos, após a estabilização da paciente, ela foi transferida para outro hospital em Cuiabá, onde continuou a receber todo o suporte médico adequado”, disse.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi transferida para outro hospital particular após as complicações, acompanhada de um anestesista e um cirurgião assistente. As equipes do hospital tentaram reanimar a vítima, mas sem sucesso.

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a morte da estudante. Thayane cursava óptica e optometria em uma faculdade particular da região e compartilhava sua paixão pela família e vida saudável.

O procedimento realizado na vítima custa a partir de R$ 6 mil, mas varia de acordo com a cidade, hospital e profissional escolhidos.

Outra morte

 

Eliza da Silva, 27 anos, morreu em 2021 — Foto: Arquivo Pessoal

Eliza da Silva, 27 anos, morreu em 2021 — Foto: Arquivo Pessoal

Em 2021, uma jovem de 27 anos morreu após passar por uma cirurgia plástica no mesmo hospital, em Cuiabá. A vendedora de carros Eliza da Silva sofreu um ataque cardíaco durante o procedimento.

Ela realizou todos os exames necessários, que não apresentaram nenhuma anormalidade. Apta para o procedimento, paciente foi liberada para realizá-lo.

Na época, a família da jovem registrou boletim de ocorrência e alegou negligência médica.

Apesar de ser considerada uma cirurgia estética, a lipoaspiração não é um procedimento tão simples assim. Ela requer a realização de diversos exames preparatórios e cuidados por parte do paciente e do médico, mas mesmo assim apresenta riscos.

G1/MT



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Polícia

Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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