Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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A Palavra - Opinião

Eu amo Primavera, ou melhor não tanto assim



Opinião / Com A Palavra

O projeto colocado em pratica pelo prefeito Leonardo Bortolin em Primavera do Leste dando uma nova roupagem nas ruas e avenidas do município, tem embelezado com muitas flores nossos bairros, despertando o amor dos primaverenses.
Amor esse não praticado quanto o assunto é política para o coletivo da cidade, isso foi a atitude que o prefeito demonstrou nas ultimas eleições, apoiando diversos candidatos até mesmo de fora de Primavera.
Um projeto para o bem da cidade foi traçado logo após as eleições de 2016, pois na época todos sabiam que Getulio Viana havia ganhado mais não iria levar, com isso quem ficasse eleito presidente da Câmara de Vereadores, automaticamente seria o prefeito e naquele momento o grupo escolheu Léo para ser presidente/prefeito com um acordo de cavalheiros de quando chegasse as eleições de 2018, este mesmo grupo apoiariam um nome para deputado estadual de Primavera do Leste, com isso uniria forças com chances reais de fazer um deputado primaverense para lutar pelos interesses do povo de Primavera, o nome que foi colocado na época foi o do vereador Luis Costa, que deixou de formar a mesa com grupo dos Vianas acreditando na palavras do jovem prodígio e seu grupo de apoiadores. Há o tempo, o tempo revela as pessoas, aliás não só o tempo, mais também o poder.
Eleições chegaram e quem tinha a palavra empenhada de parceria se torna inimigo ou adversário tentando a todo custo fazer o candidato Miley e Janaina Riva, trabalhando muito mias para Janaina do que para Miley, o prefeito de manhã pedia para Miley a tarde para Janaina e assim foi à campanha, uma irresponsabilidade da maior autoridade política no momento em Primavera, olhou para interesses próprios não somente ele, porém varias autoridades do município que não tiveram um posicionamento pelo povo e sim dos interesses próprios, se esquecendo completamente para serve a política, que ao meu ver é para cuidar dos interesses do nosso povo sem ser situação ou oposição, mais sim procurar o melhor para nossa gente, aguardamos agora a próxima rsrsrrs é esta um pouco longe só em 2022. Só nos resta torcer para que os ganhadores lutem também por Primavera do Leste. Quem sabe até 2022 o amor ultrapasse as florzinhas dos canteiros e se transforme em um sentimento de amor ao próximo, lutando por políticas publicas que funcionem e resolva o problemas do nosso povo.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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