Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 11 de Agosto de 2026

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Genro é preso após atear fogo em carro e matar sogra de 73 anos em MT



Idosa morreu após genro atear fogo em carro durante discussão. A mulher dele também foi atacada, mas sobreviveu.

m homem foi preso nessa segunda-feira (6) suspeito de ter matado a sogra dele, de 73 anos, em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá. Carlos Augusto da Silva, de 41 anos, era procurado pela Polícia Civil, que o localizou em Campo Verde, a 139 km da capital.

A idosa morreu na segunda-feira, em Cuiabá, após ter queimaduras causadas pelo genro, que ateou fogo no carro dela durante uma discussão. O site G1 não localizou o advogado dele. A Polícia Civil não informou se ele confessou ou negou o crime.

O crime foi registrado em Chapada dos Guimarães no dia 30 de julho. A mulher dele também foi atacada por ele, mas sobreviveu. Já a sogra foi levada em estado grave para o Pronto-Socorro de Cuiabá e estava internada desde então.

“A sogra foi a pessoa que mais demorou a sair do carro e teve, aproximadamente, 75% do corpo queimado. A mulher [de Carlos] teve alta, mas a sogra morreu”, explicou o investigador-chefe da Polícia Civil, Jacir Rodrigues.

Os policiais receberam informações de que Carlos estaria escondido em Campo Verde, onde moram duas irmãs dele. Na sexta-feira (3) os investigadores foram até a cidade e encontraram a casa onde ele estaria com a família.

O suspeito foi abordado e preso na segunda-feira.

O caso

Além da sogra, Carlos teria ferido a mulher, de 49 anos. Ela contou à polícia que o marido estava ingerindo bebida alcoólica, quando começou a discutir com a sogra. Na ocasião, ele agrediu a idosa com socos.

Durante a discussão, a vítima tentou fugir, entrando no carro. O genro, porém, havia jogado combustível dentro do veículo e ateou fogo no carro com a sogra e a mulher dentro.

Segundo a Polícia Civil, Carlos deve responder por homicídio qualificado contra a sogra e tentativa de homicídio contra a esposa.

G1 MT



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Polícia

Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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