Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Indústria é setor que mais desliga funcionários em Primavera do Leste



O setor de Comércio foi o único que fechou o mês com saldo positivo

A cidade de Primavera do Leste (132 km de Rondonópolis) fechou o mês de novembro com saldo negativo na geração de empregos formais. Números do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que no período, 981 pessoas foram admitidas e 1.096 demitidas, fechando o mês com saldo negativo 115.

O setor que mais desligou pessoas em novembro foi o de Indústria de Transformação com 115 contratações e 177 desligamentos, terminando com saldo negativo 62. O 2° setor que mais desligou foi o de Serviços com saldo negativo 22.

Já o setor de Comércio foi o único que fechou o mês com saldo positivo nas contratações. O setor terminou novembro com saldo positivo 25.

Em novembro de 2017, o período também fechou com saldo negativo. No total, 785 pessoas foram contratadas e 1.063 desligadas, terminando o mês com saldo negativo 278.

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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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