Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Jayme Campos e Janaina Riva selam pacto de não agressão e discutem possível aliança



Encontro foi articulado pelo deputado Eduardo Botelho e pode resultar em uma forte aliança paridária

O senador Jayme Campos (União Brasil) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) deram um passo importante nas articulações para as eleições de 2026 ao firmarem um acordo de não agressão política. O entendimento foi selado durante um café da manhã promovido pelo deputado estadual Eduardo Botelho (União), na última quarta-feira (23), na residência do parlamentar em Cuiabá.

Além do pacto de cordialidade, os dois líderes discutiram a possibilidade de caminhar juntos no próximo pleito. Jayme tem se movimentado como possível candidato ao Governo de Mato Grosso, enquanto Janaina se apresenta como pré-candidata ao Senado Federal.

“Foi uma conversa aberta, sincera, e que demonstrou que podemos, sim, estar no mesmo palanque”, disse Jayme Campos, em entrevista ao site Veja Bem Mato Grosso.

Apesar de pertencer ao mesmo partido do governador Mauro Mendes, que defende o nome do vice Otaviano Pivetta como sucessor, Jayme tem se distanciado do grupo palaciano e reforçado sua autonomia na construção de um projeto próprio. A sinalização de aproximação com nomes como Janaina Riva e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), ambos adversários de Mendes, é vista como um movimento estratégico.

O senador confirmou que foi convidado por Fávaro para um jantar político na próxima semana. “Quando somos procurados por pessoas que fazem política com transparência e respeito, isso nos permite dialogar com mais liberdade. E é o que venho fazendo em todas as frentes”, afirmou.

Pelas redes sociais, Janaina também comentou o encontro com Jayme. “Café da manhã com muita política e boas conversas sobre os rumos de Mato Grosso”, publicou.

Para Jayme, o momento é de diálogo. “Política se faz conversando. Como dizia Ulysses Guimarães, o combustível do homem público é a saliva. E temos conversado bastante”, finalizou.

Conteúdo/ODOC



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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