Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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JAYME DEFENDE QUE ESTADO PROMOVA OBRAS PARA FOMENTAR EMPREGO E RENDA



PARA O CANDIDATO, O FUTURO GOVERNADOR MAURO MENDES TERÁ QUE PROMOVER OBRAS E AÇÕES PARA MINIMIZAR A CRISE ECONÔMICA EM TODO MATO GROSSO

O candidato a uma das duas vagas para o Senado da República pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos – 251, cobrou do futuro governador Mauro Mendes, um Programa de Desenvolvimento para Mato Grosso com obras setorizadas para cada região, como forma de retomar o desenvolvimento econômico de municípios e regiões do Estado.

“O Programa de Desenvolvimento de Mato Grosso teria subprogramas de desenvolvimento regional para que as principais necessidades sejam levantadas e possam ser executadas, fomentando assim o aquecimento da economia local, gerando emprego e renda”, disse Jayme Campos assinalando que quando Governador de Mato Grosso e diante da crise econômica que se encontrava instalado no Brasil a época, utilizou a força do Poder Público para minimizar os efeitos da crise com as obras públicas.

Jayme Campos fez a defesa durante as visitas a Sinop, 500 km de Cuiabá e Sorriso, 430 km, na última sexta-feira, 28, durante uma caminhada pelas principais ruas das cidades e em reuniões.

“Já vivenciei num passando não muito distante o sentimento divisionista do Norte de Mato Grosso, justamente pela ausência do Poder Público central nas localidades mais distantes da capital, Cuiabá e isto não pode persistir. Ou entendemos que somos fortes unidos para fazer o enfrentamento dos obstáculos ou continuaremos a ter problemas”, assinalou o candidato ao Senado.

Jayme Campos afiançou que o futuro governador Mauro Mendes terá enormes dificuldades no início de sua gestão, até tomar pé da situação, mas que Mato Grosso tem capilaridade e condições de fomentar o desenvolvimento com obras públicas que tem um papel fundamental para aquecer a economia das cidades e regiões.

“Mauro Mendes vai contar com o apoio de partidos, de aliados, de técnicos e principalmente com o aval da população para promover as mudanças necessárias e então devolver Mato Grosso aos trilhos do desenvolvimento”, disse Jayme Campos lembrando que se faz necessário pensar Mato Grosso por regiões para que nenhuma cidade fique sem apoio, sem investimentos e sem recursos públicos que atendam a demanda da população.

Jayme lembrou ao futuro governador, Mauro Mendes, deputados federais e senadores que Mato Grosso é carente de tudo, mas que é possível se trabalhar de forma setorizada dependendo da necessidade de cada região. “O Governo do Estado terá que priorizar obras essenciais como rodovias e rede de energia elétrica, mesmo essa segunda não sendo de competência do Estado, mas sim da iniciativa privada, e com isto fomentar o desenvolvimento local e permitir que as cidades sejam contempladas com investimentos, pois somente assim conseguiremos atrair novas empresas e indústrias e melhorar o perfil do desenvolvimento de Mato Grosso que é crescente mesmo durante a crise”, explicou Jayme Campos.

Assessoria 



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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