Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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JAYME DEFENDE REPRESENTAÇÕES LOCAIS PARA GOVERNO ATENDER DEMANDA DOS MUNICÍPIOS



CANDIDATOS DA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO PERCORRERAM 710 KM ENTRE CUIABÁ, RONDONÓPOLIS, PEDRA PRETA, JUSCIMEIRA, SÃO PEDRO DA CIPA, JACIARA, DOM AQUINO E CAMPO VERDE ATÉ RETORNAR A CAPITAL.

Com dimensões territoriais maiores que em muitos países da Europa, Mato Grosso vai necessitar de representações regionais que consigam contemplar as ações de uma administração governamental levando em consideração as peculiaridades de cada uma das diversas regiões.

Este foi um dos compromissos que o candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos formalizou a quem chamou de futuro governador do Estado, Mauro Mendes.

Eles percorreram nesta quinta e sexta-feira, os municípios de Rondonópolis, Pedra Preta, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Jaciara, Dom Aquino e Campo Verde.

Na oportunidade, Percival Muniz que já havia declarado apoio à candidatura de Jayme Campos e 18 dos 21 vereadores de Rondonópolis, maior município da Região Sul de Mato Grosso, declararam apoio à candidatura de Mauro Mendes ao Governo de Mato Grosso.

“Temos que olhar de forma diferenciada, pois enquanto temos um município com uma prosperidade elevada, mas que mesmo assim necessita do suporte do Governo do Estado, como é o caso de Rondonópolis, temos outros municípios que precisam de atenção especial e mais investimentos para elevar a qualidade de vida com serviços essenciais de saúde, educação, segurança, social e principalmente obras que permitam o desenvolvimento local”, disse Jayme Campos cobrando a definição de um estrutura que contemple as cidades com serviços públicos de qualidade, por parte do Governo do Estado.

O candidato a senador assinalou que Mauro Mendes tem chances de realizar um grande governo se ouvir a experiência de políticos como Percival Muniz entre outros, pois todos estão prontos para ajudar o Estado e contribuir com uma gestão que seja realmente voltada para atender a população.

Jayme Campos avaliou que caberá ao futuro governador Mauro Mendes, com a ajuda de todos os demais eleitos, inclusive ele, definir políticas de atuação voltadas para contemplar a população, priorizando aquelas com mais necessidade de ver suas prioridades atendidas pelo Governo do Estado.

“Volto a insistir. Até agora Mato Grosso já arrecadou mais de R$ 17 bilhões brutos pagos através dos impostos recolhidos pela população, o que representa dizer que até o final do ano, deverá superar os R$ 25 bilhões, recursos que se corretamente aplicados poderiam solucionar muitos dos problemas hoje enfrentados na quase totalidade dos 141 municípios”, pontuou o candidato a senador pelo DEM.

Jayme Campos que já foi governador de Mato Grosso, senador da República e prefeito de Várzea Grande sinalizou que a demanda é grande pelas políticas públicas, mas a receita do Governo do Estado vem seguidamente crescendo, ou seja, dá para resolver muitos problemas, como a gravidade do setor de saúde, a questão da segurança pública, o setor educacional e de políticas sociais onde estão os principais problemas de Mato Grosso.

Assessoria 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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