Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 23 de Outubro de 2026

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JAYME DEFENDE REPRESENTAÇÕES LOCAIS PARA GOVERNO ATENDER DEMANDA DOS MUNICÍPIOS



CANDIDATOS DA COLIGAÇÃO PRÁ MUDAR MATO GROSSO PERCORRERAM 710 KM ENTRE CUIABÁ, RONDONÓPOLIS, PEDRA PRETA, JUSCIMEIRA, SÃO PEDRO DA CIPA, JACIARA, DOM AQUINO E CAMPO VERDE ATÉ RETORNAR A CAPITAL.

Com dimensões territoriais maiores que em muitos países da Europa, Mato Grosso vai necessitar de representações regionais que consigam contemplar as ações de uma administração governamental levando em consideração as peculiaridades de cada uma das diversas regiões.

Este foi um dos compromissos que o candidato ao Senado pela Coligação Prá Mudar Mato Grosso, Jayme Campos formalizou a quem chamou de futuro governador do Estado, Mauro Mendes.

Eles percorreram nesta quinta e sexta-feira, os municípios de Rondonópolis, Pedra Preta, Juscimeira, São Pedro da Cipa, Jaciara, Dom Aquino e Campo Verde.

Na oportunidade, Percival Muniz que já havia declarado apoio à candidatura de Jayme Campos e 18 dos 21 vereadores de Rondonópolis, maior município da Região Sul de Mato Grosso, declararam apoio à candidatura de Mauro Mendes ao Governo de Mato Grosso.

“Temos que olhar de forma diferenciada, pois enquanto temos um município com uma prosperidade elevada, mas que mesmo assim necessita do suporte do Governo do Estado, como é o caso de Rondonópolis, temos outros municípios que precisam de atenção especial e mais investimentos para elevar a qualidade de vida com serviços essenciais de saúde, educação, segurança, social e principalmente obras que permitam o desenvolvimento local”, disse Jayme Campos cobrando a definição de um estrutura que contemple as cidades com serviços públicos de qualidade, por parte do Governo do Estado.

O candidato a senador assinalou que Mauro Mendes tem chances de realizar um grande governo se ouvir a experiência de políticos como Percival Muniz entre outros, pois todos estão prontos para ajudar o Estado e contribuir com uma gestão que seja realmente voltada para atender a população.

Jayme Campos avaliou que caberá ao futuro governador Mauro Mendes, com a ajuda de todos os demais eleitos, inclusive ele, definir políticas de atuação voltadas para contemplar a população, priorizando aquelas com mais necessidade de ver suas prioridades atendidas pelo Governo do Estado.

“Volto a insistir. Até agora Mato Grosso já arrecadou mais de R$ 17 bilhões brutos pagos através dos impostos recolhidos pela população, o que representa dizer que até o final do ano, deverá superar os R$ 25 bilhões, recursos que se corretamente aplicados poderiam solucionar muitos dos problemas hoje enfrentados na quase totalidade dos 141 municípios”, pontuou o candidato a senador pelo DEM.

Jayme Campos que já foi governador de Mato Grosso, senador da República e prefeito de Várzea Grande sinalizou que a demanda é grande pelas políticas públicas, mas a receita do Governo do Estado vem seguidamente crescendo, ou seja, dá para resolver muitos problemas, como a gravidade do setor de saúde, a questão da segurança pública, o setor educacional e de políticas sociais onde estão os principais problemas de Mato Grosso.

Assessoria 



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TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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