Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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A Palavra

Jovens realizaram manifesto contra erotização infantil, pedofilia, estupro e aborto em Primavera



Jovens do grupo Conectados pertencentes a Igreja Batista de Primavera realizaram no final da tarde deste sábado, 30, um manifesto contra erotização infantil, pedofilia, estupro e aborto. Dezenas de jovens percorreram pela pista de caminhada de Primavera do Leste com cartazes demonstrando a insatisfação com ações de cultura que fazem apologia a erotização e abuso infantil.

O grupo destaca a participação de uma criança em uma performance protagonizada por um homem nu na noite de quinta-feira, 28. Fotos e vídeos registrados no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) mostram uma menina, que aparenta ter em torno de cinco anos, tocando os pés de um artista nu que estava deitado sobre o chão.

Para Mizael Corrêa da Costa líder do grupo Conectados, diante das afrontas a família brasileiras e seus princípios os jovens decidiram protestar sobre os temas, “estamos fazendo uma intervenção urbana para trazer a população de Primavera, uma reflexão de tudo que está acontecendo em nosso país, pequenos grupos querem destruir os princípios da família, não podemos nos calar, devemos ficar alerta, cobrar os nossos governantes para não desvirtuar as nossas crianças”, disse Mizael.



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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