Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 29 de Maio de 2026

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Júlio diz que leilão foi precipitado e defende Neri e Fávaro



Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Júlio Campos (União), não acredita que o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD), e o ex-secretário de Política Agrícola, Neri Geller (PP), tenham envolvimento no suposto esquema para compra de arroz importado governo Federal. Geller deixou o cargo na terça-feira (11).

Ao reagir à polêmica nesta quarta-feira (12), Júlio, que já foi deputado federal por 3 mandatos, disse que a União se precipitou ao decidir pela importação. “Eu lamento profundamente, mas não creio no envolvimento do ministro Carlos Fávaro, como também do Neri Geller, nesse caso… O governo agiu de pronto, anulou a concorrência e vai investigar se houve alguma coisa estranha. Espero que agora o governo reflita e pare com essa história de querer importar arroz”, disse em entrevista à imprensa, no Salão Negro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O governo decidiu importar arroz poucos dias depois da enchente que devastou o Rio Grande do Sul. O estado é responsável por 70% da produção nacional do grão, mas já havia colhido 80% do cereal antes das inundações.

Contudo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou que havia indícios de incapacidade técnica e financeira de algumas empresas vencedoras e decidiu anular o leilão realizado para importar o arroz. Um ex-assessor de Geller, que também é sócio do filho do então secretário em uma empresa, foi um dos negociadores do leilão. Isso fez com que a oposição e associações de produtores alegassem um suposto favorecimento.

Em razão da polêmica em torno do procedimento, o ministro da Agricultura anunciou a saída de Neri Geller do cargo de secretário de Política Agrícola, nesta tarça-feira (11). Segundo o ministro, Neri Geller colocou o cargo à disposição do governo e foi demitido.

No entanto, nos bastidores, informações dão conta que Neri não pediu demissão e sequer foi atendido por Fávaro após a notícia da exoneração. Júlio, por sua vez, avalia que todo escândalo poderia ter sido evitado, já que especialistas já tinham alertado que o estoque de arroz seria suficiente para atender a população.

“Talvez numa jogada política, demagógica ou para atender interesses econômicos escusos, o governo Federal resolveu mandar importar arroz de qualidade até duvidosa. Foi feita uma concorrência de forma precipitada e ocorreram algumas coisas estranhas”, finalizou.

GD



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Mãe morre e filho de 5 anos fica ferido em acidente entre carro e moto na BR-364


Uma mulher, ainda não identificada, morreu em um grave acidente envolvendo uma motocicleta na manhã desta quinta-feira (28), na BR-364, em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). O filho dela, de 5 anos, foi socorrido em estado grave. A pista sentido Sul está completamente bloqueada para os trabalhos da perícia.

 

Segundo informações da concessionária, a Nova Rota do Oeste foi acionada às 07h12 para atendimento de ocorrência no km 207. No local, não foi possível identificar a análise precisa da batida, mas sabe-se que a vítima pilotava uma moto.

 

Com o impacto, a condutora não resistiu aos ferimentos e morreu na hora, o filho dela, de 5 anos e que estava na garupa, foi socorrido pela equipe de resgate e encaminhado ao Hospital Geral de Rondonópolis.

A carreta não permaneceu no local da ocorrência e o condutor não foi atendido. No momento, uma faixa da rodovia no sentido Sul está interditada para a realização da perícia.

 

Corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. GD


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