Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra - Opinião

Laudo mostra que apenas 33 árvores estavam condenadas em Primavera do Leste



O corte das árvores teve como principal objetivo adequação e vontade do prefeito que decidiu o novo visual da avenida juntamente com sua equipe

Em dias de temperaturas cada vez mais quentes, cortar árvores é considerado uma barbárie com meio ambiente, avaliado no Brasil até sendo crime ambiental com pena que vai de multa até prisão, lei que aparentemente passou longe de ser cumprida em Primavera do Leste.

Em uma audiência pública realizada na Câmara Municipal de Primavera do Leste sobre o Plano de Mobilidade, a Prefeitura e a empresa responsável pelo Plano de Mobilidade Urbana de Primavera do Leste, a Gasini Projeto, Consultoria e Treinamento, a qual serviria para debater com a população as questões voltadas ao estudo em desenvolvimento, porém na mesma audiência em tom de surpresa o prefeito Léo Bortolin apresentou a revitalização da avenida Porto Alegre, ou seja não foi debatido e escolhido pela maioria da população e sim por ele e sua equipe, repito foi apresentado o projeto a população e não debatido.

“Fui contrário ao corte das árvores que não estavam condenadas, ou seja com risco de cair, árvores que levaram mais de 20 anos para crescerem, além de fazerem parte da história do nosso município, exemplo as árvores plantadas na praça da matriz”, pontuou Luis Costa.

Após a prefeitura começar a fazer os cortes das árvores realizado por empresa terceirizada conforme informações obtidas no portal da transparência, confira no link abaixo: http://s2.asp.srv.br/etransparencia.pm.primaveradoleste.mt/servlet/wplicitacaoprocesso?+_5+ZoefWhicptkNHkxgTpxHxyTn4rX7sJcvufSNvD_XKLvEMN0YSRe18jjRCgo1

Mais de Trezentos e Setenta Mil Reais (R$ 370.000,00), este valor da licitação para extração e poda de árvores.  

O meu gabinete fez o pedido do laudo técnico que apresentava as árvores condenadas, e para minha surpresa de 130 árvores cortadas apenas 33 estariam condenadas e selecionadas para extração. Veja o Laudo na integra.

 Laudo Arvores pva

Texto Coluna Com A Palavra JPMT / Luis Costa



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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