Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

política

Mauro diz que facções crescem como câncer e culpa legislação: ‘Vamos ficar enxugando gelo’



Em entrevista na Jovem Pan News nesta segunda-feira (15), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), questionado sobre o aumento dos índices de violência e o avanço das organizações criminosas no Estado, afirmou que “esse é um dos mais graves” problemas que o Brasil enfrenta. Mendes classificou o crescimento das organizações criminosas como um “câncer”.

“Esse talvez seja, na minha opinião, um dos mais graves problemas que o Brasil enfrenta e com pouca efetividade nós temos enfrentado isso ao longo dos anos. O nosso esforço, meu, de outros governadores e até do Governo Federal, está sendo em vão”, disse o governador.

“As organizações criminosas estão crescendo como um câncer em todo o País e esse câncer vai acabar virando uma metástase”, acrescentou Mauro Mendes. Segundo ele, “atualmente as grandes cidades brasileiras vivem essa realidade”.

Conforme o governador de Mato Grosso, “nos últimos 30 anos, todos os indicadores de segurança pública pioraram e os nossos esforços não estão produzindo resultados. O cidadão brasileiro sabe disso, tem medo de andar nas ruas e quem pode busca mudar para um condomínio, para um prédio. Mas a grande maioria do povo brasileiro sofre com a violência no nosso país. E o grande responsável por isso são as leis brasileiras que não são adequadas e não punem corretamente para desestruturar a cadeia do crime. O criminoso perdeu o medo da polícia e da Justiça, perdeu o respeito”, completou Mendes.

Governador ressaltou que o combate ao crime organizado esbarra na ineficiência das leis brasileiras, que contribuem para a impunidade.

Momento MT

 



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Brasil

Receita Federal apreende cerca de R$ 3 milhões em mercadorias irregulares no Maranhão


Operação fiscalizou transportadoras, lojas e veículos de carga em Imperatriz, Porto Franco e Estreito; cerca de R$ 1,6 milhão corresponde a celulares, incluindo o iPhone 18 Pro Max.

A Receita Federal reteve aproximadamente R$ 3 milhões em mercadorias de origem estrangeira introduzidas irregularmente no Brasil durante uma operação realizada em Imperatriz, Porto Franco e Estreito, no Maranhão. A ação ocorreu entre os dias 28 de setembro e 9 de outubro e teve como foco o combate ao contrabando e ao descaminho.

Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 1,6 milhão do total apreendido corresponde a aparelhos celulares, incluindo unidades do modelo iPhone 18 Pro Max, lançado recentemente no mercado internacional.

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga. (Foto: divulgação / Receita Federal)

Também foram retidos tablets, drones, cigarros eletrônicos, perfumes e diversos equipamentos eletrônicos.

Fiscalizações ocorreram em três municípios

Durante a operação, foram realizadas fiscalizações em transportadoras, estabelecimentos comerciais, centros de distribuição e veículos de carga que circulavam pelos principais corredores logísticos da região.

A ação foi conduzida pela Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da 3ª Região Fiscal, com apoio da Força Especial de Repressão Aduaneira Nacional, vinculada à Coordenação-Geral de Combate ao Contrabando e Descaminho (Corep).

Imperatriz é ponto estratégico para fiscalização

De acordo com a Receita Federal, Imperatriz tem importância estratégica para o controle aduaneiro por estar localizada em um dos principais entroncamentos logísticos das regiões Norte e Nordeste.

A cidade concentra fluxos de mercadorias provenientes de diferentes partes do país, transportadas por importantes corredores rodoviários e ferroviários, o que a torna um centro de distribuição regional.

Segundo o órgão, operações desse tipo buscam combater a entrada irregular de mercadorias no território nacional, proteger a economia formal, promover a concorrência leal e garantir a arrecadação de tributos.


Antenado News