Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 13 de Maio de 2026

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Mauro diz que facções crescem como câncer e culpa legislação: ‘Vamos ficar enxugando gelo’



Em entrevista na Jovem Pan News nesta segunda-feira (15), o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), questionado sobre o aumento dos índices de violência e o avanço das organizações criminosas no Estado, afirmou que “esse é um dos mais graves” problemas que o Brasil enfrenta. Mendes classificou o crescimento das organizações criminosas como um “câncer”.

“Esse talvez seja, na minha opinião, um dos mais graves problemas que o Brasil enfrenta e com pouca efetividade nós temos enfrentado isso ao longo dos anos. O nosso esforço, meu, de outros governadores e até do Governo Federal, está sendo em vão”, disse o governador.

“As organizações criminosas estão crescendo como um câncer em todo o País e esse câncer vai acabar virando uma metástase”, acrescentou Mauro Mendes. Segundo ele, “atualmente as grandes cidades brasileiras vivem essa realidade”.

Conforme o governador de Mato Grosso, “nos últimos 30 anos, todos os indicadores de segurança pública pioraram e os nossos esforços não estão produzindo resultados. O cidadão brasileiro sabe disso, tem medo de andar nas ruas e quem pode busca mudar para um condomínio, para um prédio. Mas a grande maioria do povo brasileiro sofre com a violência no nosso país. E o grande responsável por isso são as leis brasileiras que não são adequadas e não punem corretamente para desestruturar a cadeia do crime. O criminoso perdeu o medo da polícia e da Justiça, perdeu o respeito”, completou Mendes.

Governador ressaltou que o combate ao crime organizado esbarra na ineficiência das leis brasileiras, que contribuem para a impunidade.

Momento MT

 



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Região

Sistema prisional de MT registra 94 casos de tuberculose em tratamento


Por TV Centro América

Mato Grosso registra 94 casos de tuberculose em tratamento em duas unidades prisionais do estado, segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). Os casos estão concentrados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e na Penitenciária Regional Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis.

De acordo com a Sejus, 44 detentos estão em tratamento na PCE, enquanto outros 50 casos foram registrados na unidade de Rondonópolis.

O Sindicato dos Policiais Penais denunciou, nesta segunda-feira (11), o avanço da tuberculose no sistema prisional e alertou para o risco de contaminação entre servidores e pessoas privadas de liberdade. Inicialmente, a entidade havia apontado cerca de 30 casos em Rondonópolis.

Segundo o sindicato, a superlotação e a falta de estrutura adequada nas unidades prisionais podem contribuir para o aumento das infecções. A entidade também cobrou a ampliação da testagem, o isolamento de casos suspeitos e a melhoria das condições sanitárias nos presídios.

Apesar dos registros, a secretaria afirmou que não há surto da doença no sistema prisional de Mato Grosso. Segundo a pasta, os casos estão dentro do esperado para o ambiente carcerário e seguem com acompanhamento médico e tratamento conforme os protocolos do Ministério da Saúde.

Em nota, a Sejus informou que realiza ações de rastreio e diagnóstico da tuberculose em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da chamada “Carreta da Tuberculose”, que atua nas unidades prisionais do estado.

obre a informação de que dois detentos da PCE estariam internados no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), a Sejus informou que há custodiados em tratamento na unidade, mas que não há comunicação oficial que relacione essas internações à tuberculose. Por isso, segundo a pasta, não é possível confirmar nem descartar que os casos sejam decorrentes da doença.


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