Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Menina de 12 anos baleada pelo padrasto ao tentar defender a mãe em MT está na UTI



Homem de 33 anos pretendia atirar na mãe da vítima por não aceitar o fim do relacionamento. Ele ainda não foi localizado e o caso está sendo investigado pela polícia.

Uma menina de 12 que levou um tiro no abdômen ao tentar defender a mãe dela, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, no sábado (13), está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do município, de acordo com a Polícia Civil.

Mas, Ana Luisa Cavalcante Medeiros está consciente, conforme a polícia.

O autor do disparo, segundo a polícia, é o padrasto da vítima, Alexsandro de Moura Amaral, de 33 anos, que ainda não foi localizado.

O caso está sendo investigado pela Delegacia da Mulher de Rondonópolis.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, na data do crime, Alexsandro teria pulado o murado da casa da ex-mulher dele, Cirley Nunes Cavalcante, para tentar matá-la. A enteada, ao ver que o padrastro estava armado, gritou para a mãe que correu e se escondeu no quarto.

A menina estava na frente da porta do quarto em que a mãe estava quando Alexsandro efetuou disparo e a acertou.

A princípio, o padrasto deve responder por tentativa de homicídio doloso, que é quando existe a intenção de matar.

Um vizinho, que pediu para ter a identidade revelada, disse não ter ouvido o barulho do disparos. “Estava lavando o meu carro, não escutamos nada. Daí chegou a viatura da Polícia Militar e o Samu, só ouvimos os comentários de que ele tinha atirado na enteada”, contou.

Segundo ele, a informação é de que ele não aceitava a separação e, por isso, tentou matar a mulher.

G1 / MT



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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