Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 31 de Marco de 2026

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Menina de 12 anos baleada pelo padrasto ao tentar defender a mãe em MT está na UTI



Homem de 33 anos pretendia atirar na mãe da vítima por não aceitar o fim do relacionamento. Ele ainda não foi localizado e o caso está sendo investigado pela polícia.

Uma menina de 12 que levou um tiro no abdômen ao tentar defender a mãe dela, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, no sábado (13), está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do município, de acordo com a Polícia Civil.

Mas, Ana Luisa Cavalcante Medeiros está consciente, conforme a polícia.

O autor do disparo, segundo a polícia, é o padrasto da vítima, Alexsandro de Moura Amaral, de 33 anos, que ainda não foi localizado.

O caso está sendo investigado pela Delegacia da Mulher de Rondonópolis.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, na data do crime, Alexsandro teria pulado o murado da casa da ex-mulher dele, Cirley Nunes Cavalcante, para tentar matá-la. A enteada, ao ver que o padrastro estava armado, gritou para a mãe que correu e se escondeu no quarto.

A menina estava na frente da porta do quarto em que a mãe estava quando Alexsandro efetuou disparo e a acertou.

A princípio, o padrasto deve responder por tentativa de homicídio doloso, que é quando existe a intenção de matar.

Um vizinho, que pediu para ter a identidade revelada, disse não ter ouvido o barulho do disparos. “Estava lavando o meu carro, não escutamos nada. Daí chegou a viatura da Polícia Militar e o Samu, só ouvimos os comentários de que ele tinha atirado na enteada”, contou.

Segundo ele, a informação é de que ele não aceitava a separação e, por isso, tentou matar a mulher.

G1 / MT



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Polícia

Assessor vereador preso: polícia revela estrutura por trás da morte de engenheiro em Primavera


 A Polícia Civil bateu cedo e bateu firme. Na manhã desta segunda-feira (30), a Operação Linha de Mando avançou no caso do engenheiro Afrelino Baptistella Júnior, executado a tiros em 2022. Teve prisão em flagrante, mandados cumpridos e peça importante da engrenagem criminosa exposta.

 

Segundo consta, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal, em endereços ligados a suspeitos que fariam parte da cadeia de comando do assassinato.

 

O crime, registrado em 22 de novembro de 2022, foi direto e sem chance de reação. Um homem em uma motocicleta emparelhou com o carro da vítima e abriu fogo. O engenheiro morreu no local. Uma médica que estava com ele sobreviveu.

 

A linha de investigação é clara: execução planejada. Emboscada. Nada de latrocínio.

 

De acordo com a Polícia Civil, há indícios de crime encomendado, com divisão de funções. Mandante, intermediador e executor. Entre os investigados aparecem um possível mandante, a esposa dele, um policial militar e um ex-policial militar apontado como autor dos disparos.

 

A motivação, segundo consta, gira em torno de conflitos pessoais. Ciúmes, ameaças e desentendimentos.

 

Durante a operação, um dos alvos acabou preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Na casa dele, os policiais encontraram uma pistola carregada, munições na câmara e no carregador, além de mais munições dentro de um veículo.

 

Celulares, documentos e a arma foram apreendidos. Todo o material vai passar por perícia. A suspeita é que a arma tenha ligação direta com o homicídio.

 

O delegado Eric Martins afirmou que a operação é mais uma etapa para fechar o quebra-cabeça e responsabilizar todos os envolvidos.

Até agora, os nomes não foram divulgados.

Mas o cerco está fechando.


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