Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Polícia - política

Menor de 14 anos sai para festa, fica bêbada e tenta matar avó dizendo estar ‘possuída’



Uma adolescente de 14 anos protagonizou momentos de terror contra a própria avó, de 71 anos, e o irmão, de idade não revelada, na manhã de sábado (16), em Campos de Júlio, após sair no fim de semana, se alcoolizar, arrumar desafetos em uma festa e ainda tentar matar a idosa a facadas. Visivelmente conturbada, quando a Polícia Militar foi acionada, a menina chegou a dizer que estava fora de si, possuída.

Consta no boletim de ocorrências que, a menor teria chego em casa, embriagada, e buscando faca para matar alguém que brigou com ela na festa. A avó, ao repreendê-la, foi surpreendida com as afirmações da mesma dizendo que iria matá-la, o irmão ao ver a cena telefonou para a polícia.

Os militares tentaram conversar com a menor no local, mas a mesma tratou a guarnição de forma grosseira, esfregando aos mãos sobre o rosto pedindo para ser ‘deixada em paz’, porque estava possuída espiritualmente.

Por ser menor de idade, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar a situação.

A avó disse que a menina passa o dia todo no telefone e aborda assuntos como bebidas, festas e facções criminosas.

GD



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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