Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 24 de Abril de 2026

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Polícia

Ministério Público pede prisão preventiva de João de Deus



De acordo com assessoria do médium, ele está a caminho de São Paulo

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) pediu, nesta quarta-feira, 12, a prisão preventiva do médium João de Deus, denunciado por centenas de mulheres que alegam ter sido vítimas de abuso sexual.

Mais cedo, o médium fez a primeira aparição pública na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia e afirmou que era inocente. “João de Deus está vivo e vai cumprir a Lei dos homens”, falou.

Promotores que integram a força-tarefa do MP estão neste momento no Fórum de Abadiânia, onde entregam o pedido.

Após sair de Abadiânia, João de Deus seguiu para Anápolis, onde pegou um avião com destino a São Paulo.

João de Deus esteve nesta manhã em Abadiânia, em uma passagem rápida pela Casa Dom Inácio de Loyola. De acordo com sua assessoria, o médium seguiu para Anápolis, onde pegou um avião para São Paulo.



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Região

Justiça mantém pedágio na MT-130, mas cobra recuperação na rodovia


Não deu nem tempo de fazerem politicagem

Decisão do TJMT suspende ordem de primeira instância, mas determina que concessionária apresente cronograma de recuperação da malha viária

O desembargador Márcio Vidal, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), concedeu efeito suspensivo e manteve a cobrança de pedágio no trecho da MT-130 entre Primavera do Leste e Paranatinga. A decisão foi tomada após recurso da concessionária Rota dos Grãos S.A., que questionou a suspensão anterior determinada pela primeira instância.

Na prática, o magistrado derrubou temporariamente a decisão do juiz Alexandre Delicato Pampado, da Terceira Vara Cível de Primavera do Leste, que havia suspendido a cobrança das tarifas sob a justificativa de que a rodovia apresentava graves problemas estruturais, como buracos, ondulações e o chamado “asfalto casca de ovo”.

A suspensão inicial havia sido concedida em ação civil pública movida pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), que alegou descumprimento contratual por parte da concessionária e falta de manutenção adequada da via.

A Rota dos Grãos recorreu, argumentando, entre outros pontos, que a entidade não teria legitimidade para propor a ação e que a suspensão do pedágio comprometeria a execução do contrato de concessão e o equilíbrio econômico-financeiro do serviço.

Ao analisar o recurso, o desembargador entendeu que havia indícios de excesso na decisão de primeira instância e destacou que a interrupção da cobrança impactaria diretamente a continuidade dos serviços e investimentos na rodovia.

Apesar de liberar novamente a cobrança do pedágio, o magistrado ressaltou a necessidade de melhorias na via e determinou que a concessionária apresente, no prazo de 15 dias, um cronograma detalhado das obras de recuperação da malha asfáltica.

A decisão também reforça que a empresa deve manter a execução das intervenções necessárias para garantir condições adequadas de tráfego e segurança aos usuários da MT-130.

Fonte Folhamax


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