Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 23 de Abril de 2026

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Nidera Sementes marca presença na Farm Show 2024 com lançamentos em híbridos de milho e cultivares de soja 



Produtores poderão conferir as variedades do portifólio desenvolvidas com base em pesquisa e inovação 

 

A Nidera Sementes participa, de 12 a 15 de março, em Primavera do Leste, da 8ª edição da Farm Show, um dos maiores eventos do agronegócio em Mato Grosso. Os produtores que visitarem o estande da marca poderão conhecer os lançamentos e destaques em híbridos de milho e cultivares de soja desenvolvidos com base em pesquisa e inovação para maior produtividade das lavouras.  

 

“Mato Grosso é chave para o sucesso da nossa marca e é muito significativo para o negócio estar presente na Farm Show, apresentando nossos lançamentos e produtos já consagrados, para os produtores do Estado, força do agronegócio brasileiro”, destaca José Gomes, líder de Marketing da marca.  

 

Em híbridos de milho, são dois os lançamentos que serão apresentados: o NS79VIP3, com alto teto produtivo, excelente sanidade foliar, elevado peso mil grãos e responsivo para alto investimento.

 

O outro lançamento é o NS89VIP3, com excelente estabilidade produtiva, ótima qualidade de colmo e raiz e boa sanidade foliar. Os dois lançamentos foram desenvolvidos para o Cerrado, com foco na Safrinha. 

 

Os produtores mato-grossenses ainda poderão conferir o lançamento da nova cultivar de soja da Nidera: a NS7902IPRO. Com alto teto produtivo, múltipla resistência a nematóide e é responsiva a ambientes de médio e alto investimentos.  

 

Outras cultivares consagradas do portifólio da marca, que estarão na feira são: 

 

NS7676IPRO – Alta eficiência produtiva para ciclos precoces, múltipla resistência a nematóides e amplitude geográfica.  

 

NS8080IPRO – Múltipla resistência a nematóide, elevado potencial produtivo em solos de maior fertilidade, boa tolerância a estresse hídrico, com estabilidade, ampla janela de semeadura e amplitude de fertilidade do solo.  

Assessoria de Imprensa / Íntegra Comunicação Estratégica 



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POLÍTICA TERRITORIAL: Deputado Nininho celebra sanção de lei que regulamenta desmembramento de municípios


Nova legislação cria critérios nacionais para desmembramento de áreas entre municípios e abre caminho para revisão de limites em Mato Grosso; plebiscito será nos dois municípios afetados

Entrou em vigor a Lei Complementar 230/2026, que estabelece regras nacionais para o desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União, a norma foi acompanhada de perto pelo deputado estadual Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que articulou com a deputada federal Gisela Simona a agilização da tramitação da proposta no Congresso Nacional.

 

A nova legislação define que qualquer alteração territorial dependerá de iniciativa da Assembleia Legislativa, elaboração de estudo de viabilidade e aprovação por plebiscito envolvendo os eleitores dos municípios afetados. O texto também proíbe, de forma expressa, a criação de novos municípios a partir desses desmembramentos.

 

A lei estabelece um prazo de 15 anos para que os processos de desmembramento sejam realizados. Também determina a suspensão dessas iniciativas no período que antecede o Censo Demográfico de 2030, com retomada após a divulgação dos resultados oficiais.

 

Outro ponto central é a exigência de aprovação do pedido de plebiscito com antecedência mínima de 90 dias. Para 2026, excepcionalmente, o prazo foi reduzido para 60 dias, com o objetivo de viabilizar consultas ainda neste ano.

 

Além disso, a norma mantém a possibilidade de atualização de limites intermunicipais mesmo durante a tramitação dos processos de desmembramento, o que permite aos estados avançar em revisões administrativas sem interrupções.

IMPACTOS

A regulamentação era considerada necessária para dar segurança jurídica a disputas territoriais que, em muitos casos, se arrastam por anos. A indefinição de limites afeta diretamente a arrecadação municipal e a prestação de serviços públicos, especialmente em regiões produtivas.

 

Segundo Nininho, que é presidente da Comissão de Revisão Territorial de Municípios e Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a nova lei corrige uma lacuna. “Esse projeto era indispensável para dar segurança jurídica a um trabalho que Mato Grosso já iniciou. Sem essa regulamentação, os processos ficavam travados ou sujeitos a disputas judiciais intermináveis”, afirma.

 

O deputado também destaca os reflexos práticos da medida. “Estamos tratando de áreas onde a população, muitas vezes, já tem vínculo com outro município, mas permanece em uma divisão administrativa que não reflete a realidade. Isso gera prejuízos concretos”, diz Nininho.

RESSALVAS

No entanto, apesar de reconhecer o avanço da legislação, Nininho faz ressalvas quanto ao modelo de consulta popular previsto no texto. A lei determina que o plebiscito envolva os eleitores dos dois municípios impactados, o que, na avaliação do parlamentar, pode distorcer o resultado.

 

Para o parlamentar, o ideal seria restringir a votação à população diretamente afetada. “O plebiscito deveria abranger apenas os moradores da área a ser desmembrada, que são os mais interessados no processo e que vivenciam essa realidade no dia a dia”, argumenta Nininho.

 

A lei também estabelece que mudanças nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e de outras transferências só ocorrerão após o encerramento do exercício financeiro seguinte à definição dos novos limites territoriais.

 

“A nossa expectativa é de que a regulamentação destrave processos paralisados e permita uma reorganização mais precisa das divisas municipais, especialmente em estados como Mato Grosso, onde há histórico de conflitos territoriais e áreas com vínculos administrativos indefinidos”, completa o deputado Nininho.

Redação: Sérgio Ober

 

 

 


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