Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

HOME / NOTÍCIAS

A Palavra - Opinião

Nossos jovens de hoje, como será nosso futuro?



Com A Palavra / Luis Costa

As noites de Primavera é comum encontrar jovens adolescentes consumindo bebida alcoólica, narguilé e até consumo de drogas ilícitas é denunciado

As ruas e avenidas de Primavera do Leste nas noites e principalmente aos finais de semanas se transformam em local de campeonatos de som, pista de corrida, resultando no dia seguinte em postes caídos, mortes de inocentes como a fatalidade do dia 01 de outubro do pequeno João, vítima de um jovem que pilotava sua motocicleta sobre efeito de álcool na Avenida dos Lagos, o acusado Jocemar Batista França, foi preso e foi solto semanas após o ocorrido.

Avenida Porto Alegre com uma grande concentração de bares bem como Avenida Belo Horizonte se destacam em serem point dos jovens que usam os canteiros central e em frente aos comércios, no dia seguinte as calçadas amanhecem só o lixo.

Um dos jovens convoca os outros a “tocar o terror na avenida”

Um dos jovens convoca os outros a “tocar o terror na avenida”

Alguns que frequentam este locais mostraram toda ignorância que estão vivendo com comentários contendo palavrões, planejando motins para tumultuar ainda mais as noites do primaverense que precisa de ir e vir, principalmente os que carecem utilizar as farmácias de plantões que estão no local e ficam impedidos. As autoridades responsáveis pelo trânsito, fiscalização precisam agir urgente, pois os roles dos jovens delinquentes custa caro para o município, a quantidade de jovens internados nos leitos dos hospitais até na UTI, com dinheiro do SUS é enorme.

Uma ação envolvendo todas as forças de segurança no município se faz necessário, os jovens precisam de um espaço para ouvir som e se divertir, perfeito vamos buscar este espaço, local este que teremos que continuar com os olhos voltados, pois praticar esporte no local apropriado sem uso de álcool e drogas tudo bem, mas me respondam os jovens que estão parados hoje no canteiro no futuro no espaço criado para isto vão voltar para casa empurrando seus veículos? Creio que não, por isso as blitz da Lei Seca envolvendo todas as forças de segurança, puxadas pelo executivo se faz necessário.

Manobras radicais com veículos devidamente cadastrados, equipe de médicos acompanhado, polícia ou segurança, isto sim é esporte, agora consumir bebidas e saírem fazendo loucuras pelas nossas ruas, isto é crime e tem que ser punido, bem como o som que incomoda os moradores, sem falar ainda no cheiro de urina, pois utilizam as arvores para   suas necessidades.

O linguajar e ideias dos nossos jovens primaverenses causa espanto veja alguns comentários.

           

Assista o vídeo.

https://www.facebook.com/luiscostamt/videos/1926314121029528/?hc_ref=ARRSsgCizW3qfaRVNGTJ6ikQNeD1XVsi4YFb4nrwawq8rwFho1I99FyZcBhe1E-XFhA



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Olha sinceramente que site de notícias de merda esse de vocês, bem possível ser um velho que coordena ou uma pessoa sem vida social.
    E outra vocês publicaram nomes tanto em prints quanto em nomes referente ao acidente as nomes tanto da vítima quando do rapaz não pode ser divulgados. Pra isso exite leis e seu site não está respeitando.
    Por gentileza procurem trabalhar respeitando a sociedade. Ninguém cresce sendo assim.

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


Antenado News