Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Janeiro de 2026

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A Palavra - Opinião

Nossos jovens de hoje, como será nosso futuro?



Com A Palavra / Luis Costa

As noites de Primavera é comum encontrar jovens adolescentes consumindo bebida alcoólica, narguilé e até consumo de drogas ilícitas é denunciado

As ruas e avenidas de Primavera do Leste nas noites e principalmente aos finais de semanas se transformam em local de campeonatos de som, pista de corrida, resultando no dia seguinte em postes caídos, mortes de inocentes como a fatalidade do dia 01 de outubro do pequeno João, vítima de um jovem que pilotava sua motocicleta sobre efeito de álcool na Avenida dos Lagos, o acusado Jocemar Batista França, foi preso e foi solto semanas após o ocorrido.

Avenida Porto Alegre com uma grande concentração de bares bem como Avenida Belo Horizonte se destacam em serem point dos jovens que usam os canteiros central e em frente aos comércios, no dia seguinte as calçadas amanhecem só o lixo.

Um dos jovens convoca os outros a “tocar o terror na avenida”

Um dos jovens convoca os outros a “tocar o terror na avenida”

Alguns que frequentam este locais mostraram toda ignorância que estão vivendo com comentários contendo palavrões, planejando motins para tumultuar ainda mais as noites do primaverense que precisa de ir e vir, principalmente os que carecem utilizar as farmácias de plantões que estão no local e ficam impedidos. As autoridades responsáveis pelo trânsito, fiscalização precisam agir urgente, pois os roles dos jovens delinquentes custa caro para o município, a quantidade de jovens internados nos leitos dos hospitais até na UTI, com dinheiro do SUS é enorme.

Uma ação envolvendo todas as forças de segurança no município se faz necessário, os jovens precisam de um espaço para ouvir som e se divertir, perfeito vamos buscar este espaço, local este que teremos que continuar com os olhos voltados, pois praticar esporte no local apropriado sem uso de álcool e drogas tudo bem, mas me respondam os jovens que estão parados hoje no canteiro no futuro no espaço criado para isto vão voltar para casa empurrando seus veículos? Creio que não, por isso as blitz da Lei Seca envolvendo todas as forças de segurança, puxadas pelo executivo se faz necessário.

Manobras radicais com veículos devidamente cadastrados, equipe de médicos acompanhado, polícia ou segurança, isto sim é esporte, agora consumir bebidas e saírem fazendo loucuras pelas nossas ruas, isto é crime e tem que ser punido, bem como o som que incomoda os moradores, sem falar ainda no cheiro de urina, pois utilizam as arvores para   suas necessidades.

O linguajar e ideias dos nossos jovens primaverenses causa espanto veja alguns comentários.

           

Assista o vídeo.

https://www.facebook.com/luiscostamt/videos/1926314121029528/?hc_ref=ARRSsgCizW3qfaRVNGTJ6ikQNeD1XVsi4YFb4nrwawq8rwFho1I99FyZcBhe1E-XFhA



COMENTÁRIOS

1 Comentário

  1. Olha sinceramente que site de notícias de merda esse de vocês, bem possível ser um velho que coordena ou uma pessoa sem vida social.
    E outra vocês publicaram nomes tanto em prints quanto em nomes referente ao acidente as nomes tanto da vítima quando do rapaz não pode ser divulgados. Pra isso exite leis e seu site não está respeitando.
    Por gentileza procurem trabalhar respeitando a sociedade. Ninguém cresce sendo assim.

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política

PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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