Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 18 de Fevereiro de 2026

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Operação Deriva II já contabiliza multas de R$ 2,9 milhões e 23 aeronaves interditadas



Deflagrada na última segunda-feira (20) e com ações previstas até a próxima sexta-feira (24), a operação Deriva II, voltada ao combate de irregularidades na aplicação de agrotóxicos por empresas de aviação agrícola, já contabiliza R$ 2,9 milhões em multas e 23 aeronaves interditadas. A operação acontece simultaneamente nos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná, sob coordenação dos Ministérios Públicos Federal, do Trabalho e Estaduais.

A fiscalização conjunta conta ainda com a participação da Polícia Militar Ambiental (PMA), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco) e Instituto de Criminalística da Polícia Civil (PC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) do Governo Federal e Agências Estaduais de Defesa Sanitária Agropecuária de Mato Grosso (Indea) e Mato Grosso do Sul (Iagro).

Em Mato Grosso do Sul, nos dois primeiros dias de operação, 13 aeronaves foram interditadas pela Anac, sendo que uma delas acabou apreendida criminalmente pela Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (DECO). Nove empresas foram fiscalizadas e oito autos de infração foram expedidos, totalizando R$ 1.865.672,00 em multas.

No Estado de Mato Grosso, seis aeronaves utilizadas na aplicação de agrotóxicos foram interditadas. Quatro empresas foram fiscalizadas no município de Primavera do Leste, que tem a maior frota agrícola do país. As aeronaves interditadas apresentavam problemas como falta de documentação e irregularidades na manutenção dos aviões. Quatro empresas foram notificadas por não possuir Cadastro Técnico Federal.

Já no Paraná, foram expedidos dois autos de infração, seis notificações, com um valor de multa aproximado a R$ 1,1 milhão. Quatro aeronaves foram apreendidas e uma empresa foi embargada.


Três empresas foram notificadas por colocarem os trabalhadores em exposição direta com agrotóxicos. A fiscalização verificou, também, que os trabalhadores não possuem capacitação sobre prevenção de acidentes com agrotóxicos. As empresas apresentaram documentação na qual consta a entrega dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos trabalhadores, porém, durante a fiscalização, não foi possível constatar o uso dos mesmos.

Os dados são preliminares, tendo em vista que o trabalho de fiscalização prossegue.

Fonte: Núcleo de Comunicação da operação Deriva II



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Chuva forte provoca quedas de árvores e danos em estruturas nesta terça-feira (17)


Equipes da Prefeitura, Corpo de Bombeiros e Energisa atuaram rapidamente para garantir segurança

Uma forte chuva acompanhada de ventos intensos causou transtornos na tarde desta terça-feira (17), na Av Campo Grande em Primavera do Leste. Segundo relatos, um raio atingiu uma árvore, que acabou caindo sobre a fiação energizada, fazendo com que toda a rede elétrica viesse abaixo junto com a árvore.

 

Imediatamente, uma equipe da CMTU foi acionada para realizar a sinalização e o isolamento da via. O Corpo de Bombeiros também esteve no local para prestar apoio na ocorrência.

 

A coordenadora da CMTU, instrutora Marta, explicou como foi a atuação das equipes.

 

“Fomos acionados por conta dessa árvore e do bloqueio na via. A equipe da CMTU realizou todo o bloqueio e isolamento da área. O Corpo de Bombeiros foi acionado e prontamente também se deslocou até o local”, destacou.

 

A Secretaria de Infraestrutura (SINFRA) também foi acionada e compareceu rapidamente com maquinários para auxiliar na retirada dos galhos e desobstrução da via. A concessionária Energisa esteve presente para realizar o desligamento da energia, garantindo que o trabalho fosse feito com segurança.

 

Outra ocorrência foi registrada na região de Castelândia, onde uma estrutura de telhado de grande porte caiu sobre a via. A CMTU prontamente esteve no local e támbém realizou a sinalização e o isolamento da área devido à presença de fiação para manter a segurança da população e esperar a chegada das outras equipes. Após a conclusão do atendimento na primeira ocorrência, a Energisa e a SINFRA seguiram para o local para avaliar a situação e providenciar a retirada da estrutura, liberando a via com segurança.

 

A Prefeitura, por meio da atuação conjunta da CMTU, SINFRA, Secretaria de Governo, Corpo de Bombeiros e Energisa, segue atenta aos danos causados pelas chuvas, priorizando a segurança e o bem-estar da população.


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