Primavera do Leste / MT - Domingo, 14 de Junho de 2026

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Operação mira 14 pessoas envolvidas em esquema de jogo do bicho em MT



Por g1 MT

Uma operação da Polícia Civil cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em pontos comerciais de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, nesta terça-feira (13). A Operação Arca de Noé tem o objetivo de combater o jogo do bicho na região.

Ao todo, 14 pessoas foram conduzidas à Delegacia Regional e 37 máquinas semelhantes às de cartões de crédito que eram usadas para os jogos, foram apreendidas. A operação é a primeira fase da investigação que procura identificar e prender os membros da organização criminosa que dão sustentação ao jogo do bicho na cidade.

Para o delegado Thiago Damasceno, as organizações criminosas usam os jogos de azar para cometerem crimes graves como o tráfico de drogas e de armas, corrupção de servidores públicos, crimes contra a vida e patrimoniais.

“Mato Grosso já sofreu com a influência do jogo do bicho e a ação de hoje visa impedir o fortalecimento e o domínio dessas organizações criminosas”, explica.

 

O material apreendido deve passar por perícia da Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado de Mato Grosso (Politec).

A Polícia Civil investiga o caso.



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Brasil

Mulher inventa ameaças contra si mesma e acaba presa


Uma reviravolta impressionante na Baixada Fluminense chocou as autoridades policiais nesta quinta-feira (11/6). Uma mulher foi presa em Nilópolis (RJ) sob a acusação de arquitetar um plano extremamente elaborado para se passar por vítima de perseguições, ameaças e outros delitos graves. No entanto, segundo a Polícia Civil, os crimes nunca aconteceram.

A prisão preventiva da suspeita, identificada como Aline da Conceição da Silva Santos, foi o resultado de uma investigação minuciosa conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI). Os agentes começaram a desconfiar após identificarem um padrão incomum e repetitivo em dezenas de registros de ocorrência feitos pela mesma pessoa nos últimos anos.

O Modus Operandi do Esquema Virtual

De acordo com as apurações, Aline utilizava uma estrutura sistemática para dar veracidade às suas falsas denúncias. Ela comprava e cadastrava linhas telefônicas em nome de terceiros e criava perfis fakes em aplicativos de mensagens.

A partir daí, a suspeita simulava conversas inteiras de ameaças, forjava perseguições digitais e criava cenários fictícios altamente detalhados. Munida dessas “provas” criadas por ela mesma, ela ia até as delegacias. Ao todo, a polícia identificou mais de 20 boletins de ocorrência em diferentes unidades do estado onde Aline figurava como a suposta vítima.

Advogado de Ex-Marido Foi Alvo das Falsas Denúncias

O esquema cruel não servia apenas para chamar a atenção, mas também para prejudicar pessoas reais. Uma das principais vítimas do golpe foi o advogado do ex-companheiro de Aline.

A investigada registrou diversas queixas criminais contra o profissional e chegou a usar o judiciário para solicitar medidas protetivas de urgência contra ele, atribuindo ao advogado condutas criminosas inventadas. A farsa acabou mobilizando desnecessariamente o aparelho público e colocando em risco a reputação e a liberdade de inocentes.

Prisão e Acusações Graves

Após um longo trabalho de inteligência, monitoramento e coleta de provas digitais, os policiais da DRCI conseguiram mapear o conjunto de pessoas prejudicadas pelas mentiras e localizaram Aline em Nilópolis, onde o mandado de prisão foi cumprido.

Agora, a farsa digital chegou ao fim. A suspeita foi encaminhada ao sistema prisional e responderá judicialmente por uma extensa lista de crimes, incluindo perseguição (stalking), falsa identidade, fraude processual e denunciação caluniosa.


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