Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra

Pastor da Assembleia de Deus morre de Covid e tem enterro transmitido ao vivo



O pastor presidente da Assembleia de Deus Belém de Primavera do Leste (a 240 km de Cuiabá), José Alves de Jesus, morreu de Covid-19, nesta terça (19). O líder religioso estava internado há alguns dias no Hospital São Lucas, mas não resistiu e perdeu a luta contra a doença.

Na manhã de hoje (20), um cortejo fúnebre com Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar acompanharam o caixão até o cemitério em homenagem. O enterro está sendo transmitido ao vivo na página da igreja em redes sociais. Veja aqui. O cortejo seguiu até o Cemitério Campo de Paz, onde o pastor deve ser enterrado.

Durante esse período, os membros da igreja se mobilizaram nas redes sociais para pedir orações ao pastor. Em grupos grandes, foram ao hospital onde ele estava internado e fizeram várias orações.

No ano passado, muitos pastores morreram vítimas da Covid-19. No dia 8 de julho, o pastor Sebastião Rodrigues de Souza faleceu e o filho dele, pastor Rubens Siro de Souza, morreu cinco dias antes, duas grandes referências evangélicas no Estado.

RD News 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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