Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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PF apreende carros de luxo, dinheiro e bloqueia R$ 6,4 mi de criminosos; mulher é apontada como líder de esquema;



A Operação Relutância, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (4) em Mato Grosso e outros 3 estados, apontou uma mulher de 32 anos como líder do esquema e responsável pela venda ilegal de cigarros eletrônicos em Rondonópolis (212 km ao sul). A ação policial também apreendeu veículos de luxo, joias, dinheiro e resultou no bloqueio de R$ 6,4 milhões de bens ativos.

 

De acordo com as informações apuradas pelo site GD, a líder é dona de um site onde comercializa vários produtos, desde cigarros eletrônicos como “pod descartável”, “pod carregável”, “vaper”, baterias, aromatizadores e outros. A página ainda está no ar e avisa que “não aceita pagamento em dinheiro”, somente ‘pix’ e cartões.

 

Ela chegou a ser presa em agosto de 2023, pela Polícia Militar da cidade, com ao menos 6 caixas com cigarros eletrônicos e seus derivados dentro do carro, durante uma abordagem de rotina. No dia, ela ainda ofereceu R$ 10 mil em propina para ser liberada, o que não aconteceu.

 

Ao todo, os agentes cumpriram 33 mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva, bloqueio de bem imóvel, além do bloqueio do montante milionário. Durante os mandados de busca, foram apreendidas joias, carros de luxo e dinheiro. A quantia apreendida não foi informada.

 

A ação da PF ocorreu nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sorriso, Campo Grande (MS), Redenção e Xinguara (PA) e Goiânia (GO). Em Rondonópolis, duas pessoas foram presas em flagrante. Uma por tráfico de drogas e outra por porte ilegal de arma.

 

A operação

As investigações apontam que o esquema criminoso utilizava diferentes veículos para o transporte dos cigarros eletrônicos e outros produtos, do Paraguai até Rondonópolis. O município era o “centro” de distribuição das mercadorias para outros estados brasileiros, onde eram revendidas em grandes quantidades.

 

Nas cidades de destino, os produtos eram vendidos em lojas físicas e pela internet, sendo entregues por meio de veículos.

Os acusados responderão por crimes de contrabando, descaminho, receptação, falsidade ideológica, desobediência e associação criminosa.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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