Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 12 de Maio de 2026

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Pilotos são encontrados vivos após 5 dias de buscas



Pilotos são encontrados vivos e conscientes após cinco dias do desaparecimento da aeronave. A localização aconteceu no início da noite desta terça-feira (04), por volta das 19h40, pela Força Aérea Brasileira (FAB). Marcelo Balestrin e John Cleiton Venera foram transferidos imediatamente para o Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, onde uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já aguardava para encaminhar as vítimas para atendimento médico. Os dois foram localizados por equipe no helicóptero H-60 Black Hawk.

A aeronave caiu na região da Serra do Mangaval (150 km a oeste de Cuiabá). O avião de pequeno porte, matrícula PT-INC, partiu de Pimenta Bueno (RO), na sexta-feira (30) e não chegou ao destino final, Santo Antônio do Leverger (34 km ao Sul).   No primeiro momento, foi confirmado que Marcelo e John tiveram fraturas e arranhões pelo corpo. Estavam bastante machucados, mas conscientes. A FAB não deu detalhes sobre a localização.

 

O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também estava auxiliando nas buscas. O tenente coronel Juliano Chiroli explicou que a prioridade era o cuidado com os pilotos. “O importante agora é o atendimento deles”, frisou.   Amigos e familiares dos pilotos chegaram em Mato Grosso ontem para acompanhar as buscas e chegaram a oferecer recompensa por informações. Fizeram um apelo aos moradores da região, para que ajudassem nas buscas.

 

O policial federal Edson Ribeiro, amigo de Marcelo, comentou que tudo o que era coletado, era repassado ao centro de comando e para a FAB checar.

 

O amigo comentou que Marcelo e John são pilotos experientes com cursos para pilotagens, inclusive de aviões de maior capacidade. Eles saíram de Pimenta Bueno (RO) com destino a Poconé e a rota, segundo Ribeiro, era conhecida dos pilotos que a fazem constantemente.

 

Na sexta-feira, o avião chegaria ao destino pela manhã, mas perdeu o contato quando faltavam cerca de 150 km. As buscas pelos pilotos começou no mesmo dia, mas as condições climáticas dificultaram o trabalho. No domingo, a averiguação aérea foi suspensa por causa das chuvas e da queda de temperatura, que resultou em neblinas na região serrana.

GD



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Sistema prisional de MT registra 94 casos de tuberculose em tratamento


Por TV Centro América

Mato Grosso registra 94 casos de tuberculose em tratamento em duas unidades prisionais do estado, segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). Os casos estão concentrados na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, e na Penitenciária Regional Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis.

De acordo com a Sejus, 44 detentos estão em tratamento na PCE, enquanto outros 50 casos foram registrados na unidade de Rondonópolis.

O Sindicato dos Policiais Penais denunciou, nesta segunda-feira (11), o avanço da tuberculose no sistema prisional e alertou para o risco de contaminação entre servidores e pessoas privadas de liberdade. Inicialmente, a entidade havia apontado cerca de 30 casos em Rondonópolis.

Segundo o sindicato, a superlotação e a falta de estrutura adequada nas unidades prisionais podem contribuir para o aumento das infecções. A entidade também cobrou a ampliação da testagem, o isolamento de casos suspeitos e a melhoria das condições sanitárias nos presídios.

Apesar dos registros, a secretaria afirmou que não há surto da doença no sistema prisional de Mato Grosso. Segundo a pasta, os casos estão dentro do esperado para o ambiente carcerário e seguem com acompanhamento médico e tratamento conforme os protocolos do Ministério da Saúde.

Em nota, a Sejus informou que realiza ações de rastreio e diagnóstico da tuberculose em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da chamada “Carreta da Tuberculose”, que atua nas unidades prisionais do estado.

obre a informação de que dois detentos da PCE estariam internados no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), a Sejus informou que há custodiados em tratamento na unidade, mas que não há comunicação oficial que relacione essas internações à tuberculose. Por isso, segundo a pasta, não é possível confirmar nem descartar que os casos sejam decorrentes da doença.


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