Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Pilotos são encontrados vivos após 5 dias de buscas



Pilotos são encontrados vivos e conscientes após cinco dias do desaparecimento da aeronave. A localização aconteceu no início da noite desta terça-feira (04), por volta das 19h40, pela Força Aérea Brasileira (FAB). Marcelo Balestrin e John Cleiton Venera foram transferidos imediatamente para o Aeroporto Internacional Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, onde uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já aguardava para encaminhar as vítimas para atendimento médico. Os dois foram localizados por equipe no helicóptero H-60 Black Hawk.

A aeronave caiu na região da Serra do Mangaval (150 km a oeste de Cuiabá). O avião de pequeno porte, matrícula PT-INC, partiu de Pimenta Bueno (RO), na sexta-feira (30) e não chegou ao destino final, Santo Antônio do Leverger (34 km ao Sul).   No primeiro momento, foi confirmado que Marcelo e John tiveram fraturas e arranhões pelo corpo. Estavam bastante machucados, mas conscientes. A FAB não deu detalhes sobre a localização.

 

O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também estava auxiliando nas buscas. O tenente coronel Juliano Chiroli explicou que a prioridade era o cuidado com os pilotos. “O importante agora é o atendimento deles”, frisou.   Amigos e familiares dos pilotos chegaram em Mato Grosso ontem para acompanhar as buscas e chegaram a oferecer recompensa por informações. Fizeram um apelo aos moradores da região, para que ajudassem nas buscas.

 

O policial federal Edson Ribeiro, amigo de Marcelo, comentou que tudo o que era coletado, era repassado ao centro de comando e para a FAB checar.

 

O amigo comentou que Marcelo e John são pilotos experientes com cursos para pilotagens, inclusive de aviões de maior capacidade. Eles saíram de Pimenta Bueno (RO) com destino a Poconé e a rota, segundo Ribeiro, era conhecida dos pilotos que a fazem constantemente.

 

Na sexta-feira, o avião chegaria ao destino pela manhã, mas perdeu o contato quando faltavam cerca de 150 km. As buscas pelos pilotos começou no mesmo dia, mas as condições climáticas dificultaram o trabalho. No domingo, a averiguação aérea foi suspensa por causa das chuvas e da queda de temperatura, que resultou em neblinas na região serrana.

GD



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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