Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2026

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PISTOLAGEM POLÍTICA: Prefeito em MT é executado dentro de carro; secretário é baleado



“Vando” teria sido perseguido por 12 quilômetros antes de ser executado

O prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes (PSB), o “Vando”, de 61 anos, foi assassinado a tiros no final da tarde desta sexta-feira. Ele estava acompanhado do secretário de Finanças, sua esposa e outra pessoa ainda não identificada.

O secretário levou dois tiros, sendo um na perna e outro nas costas, e está sendo avaliado no hospital de Colniza. A situação dele é estável, segundo a PM.

Quando levou os tiros, o prefeito retornava de uma viagem a Cuiabá em sua Sw4 preta. Ele teria sido perseguido por cerca de 12 quilômetros pelos assassinos.

Mas os bandidos se aproximaram do carro onde o prefeito estava e efetuaram diversos disparos a queima roupa. Esvandir ainda dirigiu por alguns metros, mas perdeu o controle da direção e bateu o carro.

Médicos foram acionados, mas constataram a morte do socialista. Após os disparos, os criminosos fugiram em um carro preto SUV com destino a Rondônia.

Neste momento, todo efetivo policial está realizando buscas aos assassinos pela cidade. Barreiras policiais são montadas em estradas de acesso ao município na tentativa de localizar os criminosos.

Este é o segundo crime de grande repercussão na cidade de Colniza. Em abril, uma chacina matou 9 trabalhadores rurais numa comunidade rural do município.

“Vando” era vice e assumiu o comando da cidade em abril do ano passado com a cassação do então prefeito Assis Raup (PMDB), acusado de corrupção. Em outubro do ano passado, “Vando” disputou a reeleição e foi vitorioso com 51,14% dos votos válidos, o correspondente a 5.070 votos nominais.

Folha Max

 



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A Palavra - política

Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa


🚨 Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa

O candidato a deputado estadual Everaldo Raul Cabral, o Cabral (PSD), registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de Primavera do Leste solicitando a apuração de uma possível irregularidade eleitoral envolvendo candidatos durante a campanha.

O registro foi feito no dia 27 de setembro, após Cabral receber um vídeo que, segundo seu relato, estaria circulando em grupos relacionados a candidatos.

Hilux aparece em vídeo

Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, uma Toyota Hilux branca, placa OAR6J63, aparece nas imagens com uma estrutura instalada na carroceria. Ainda segundo o comunicante, uma pessoa afirma no vídeo que o veículo seria utilizado para levar produtos para aldeias indígenas, supostamente em nome do candidato a deputado estadual Leonardo Tadeu Bortolin, o Léo Bortolin.

Cabral afirmou também que o vídeo estaria sendo compartilhado em diferentes grupos ligados à campanha eleitoral.

O boletim menciona o artigo 41-A da Lei nº 9.504/1997, dispositivo que trata da captação ilícita de sufrágio.

Denúncia ainda depende de apuração

É importante destacar que o registro policial não comprova, por si só, a existência de compra de votos ou a participação dos candidatos citados.

Até o momento, conforme os documentos apresentados, não há informação sobre perícia do vídeo, confirmação independente das pessoas que aparecem nas imagens ou decisão da Justiça Eleitoral reconhecendo qualquer irregularidade.

O caso foi registrado para que as autoridades adotem as providências cabíveis.

A reportagem também registra que os candidatos citados devem ser procurados para apresentar suas versões e esclarecimentos sobre o conteúdo do vídeo e os fatos narrados no boletim.

A relação de candidatos disponível para as eleições de 2026 identifica Cabral como candidato a deputado estadual pelo PSD e Léo Bortolin como candidato a deputado estadual pelo MDB.

 A informação sobre o suposto transporte para aldeias indígenas é apresentada exclusivamente como relato constante da denúncia, sem afirmar que o fato tenha ocorrido ou que tenha relação comprovada com qualquer candidato.

Com informações Momento MT


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