Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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PISTOLAGEM POLÍTICA: Prefeito em MT é executado dentro de carro; secretário é baleado



“Vando” teria sido perseguido por 12 quilômetros antes de ser executado

O prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes (PSB), o “Vando”, de 61 anos, foi assassinado a tiros no final da tarde desta sexta-feira. Ele estava acompanhado do secretário de Finanças, sua esposa e outra pessoa ainda não identificada.

O secretário levou dois tiros, sendo um na perna e outro nas costas, e está sendo avaliado no hospital de Colniza. A situação dele é estável, segundo a PM.

Quando levou os tiros, o prefeito retornava de uma viagem a Cuiabá em sua Sw4 preta. Ele teria sido perseguido por cerca de 12 quilômetros pelos assassinos.

Mas os bandidos se aproximaram do carro onde o prefeito estava e efetuaram diversos disparos a queima roupa. Esvandir ainda dirigiu por alguns metros, mas perdeu o controle da direção e bateu o carro.

Médicos foram acionados, mas constataram a morte do socialista. Após os disparos, os criminosos fugiram em um carro preto SUV com destino a Rondônia.

Neste momento, todo efetivo policial está realizando buscas aos assassinos pela cidade. Barreiras policiais são montadas em estradas de acesso ao município na tentativa de localizar os criminosos.

Este é o segundo crime de grande repercussão na cidade de Colniza. Em abril, uma chacina matou 9 trabalhadores rurais numa comunidade rural do município.

“Vando” era vice e assumiu o comando da cidade em abril do ano passado com a cassação do então prefeito Assis Raup (PMDB), acusado de corrupção. Em outubro do ano passado, “Vando” disputou a reeleição e foi vitorioso com 51,14% dos votos válidos, o correspondente a 5.070 votos nominais.

Folha Max

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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