Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 22 de Maio de 2026

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Polícia Civil de Nova Mutum prende homem suspeito de cometer duplo homicídio em Primavera do Leste



A Polícia Civil de Nova Mutum, por meio da sessão de defesa da mulher, prendeu na manhã deste domingo (11), em cumprimento a um mandado de prisão, um homem suspeito de cometer um duplo homicídio na cidade de Primavera do Leste – MT, (474 km) de Nova Mutum.

Segundo informações passadas ao site , o suspeito J.I.S, 26 anos, tinha um relacionamento com a vitima Aline da Silva, na cidade de Primavera do Leste – MT,  após ambos se separarem, ele não conformado com a separação, apesar dele ter um filho com ela, que hoje está com um ano e oito meses, ele tirou a vida dela.

Segundo consta nas investigações, ele atirou nela e no atual companheiro dentro de um veículo, a mulher morreu na hora, já o companheiro dela morreu cinco dias depois, com morte cerebral no Hospital. O suspeito está respondendo por duplo homicídio, crime esse que gerou muita repercussão na cidade.

“A Policia já vinha atrás dele a dois meses, fazendo levantamento da onde ele estava, ele não se encontrava na cidade, nos conseguimos localizar ele hoje, o mesmo tinha vindo ontem de uma fazenda aonde trabalhava, e hoje a gente logrou êxito na prisão dele, agora ele está sendo apresentado a autoridade policial, para a delegada de defesa da mulher, provavelmente será encaminhado para a cadeia daqui, e depois para o local de origem da onde aconteceu o fato que é Primavera do Leste.”Disse o investigador Jobrail em entrevista a imprensa.

Outro Lado

Em defesa o suspeito se defendeu e falou a imprensa sobre o caso.

“Estou sendo acusado, mas não tem nenhuma prova contra eu, eu era ex companheiro dela, tenho um filho com ela, e ficamos casados três anos juntos, eu conheci ela no caminho errado entendeu, ela era garota de programa, eu sou um cara de boa todo mundo me conhece, trabalhei nas melhores empresas ai, sou um cara de boa, nunca tive passagens, só isso, não tenho mais nada pra falar não.” Disse J.I.S a imprensa.

O suspeito estava a três meses separados da vitima quando o crime aconteceu, segundo ele, como ambos tinham um filho junto, a vitima visitava ele com frequência, mesmo estando separados, o suspeito afirmou que não tinha conhecimento que a vitima, sua ex,  já estaria com um outro cara.

Fonte: powermix.com.br



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Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


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