Primavera do Leste / MT - Domingo, 05 de Abril de 2026

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Polícia Civil prende acusado de latrocínio em Poxoréu



O crime praticado com crueldade as vítimas tiveram a mão e o dedo cortados.

Claudiomiro Martins Mendes

A Polícia Civil da Delegacia Regional de Primavera do Leste, prenderam na tarde desta quarta-feira 06, Claudiomiro Martins Mendes, 51,  ele assumiu a autoria do latrocínio ocorrido  no município de Poxoréu no dia 17 de maio, porém os corpos foram localizados no dia 27, as vítimas Noêmia de Lima da Silva, de 57 anos, teve a mão direita decepada e seu companheiro, Dirson Francisco Rosa, de 80 anos, estava sem o polegar direito.

De acordo com o delegado regional Rafael Fossari, as investigações começaram momentos após a localização dos corpos e teve o apoio de policiais de Rondonópolis, Guiratinga e Poxoréu.

A prisão aconteceu no município de Guiratinga, os policiais chegaram ao acusado após rastreamento do celular de uma das vítimas. Claudiomiro afirma que utilizou uma foice para matar o casal, ele possui passagens pela polícia pelos crimes de latrocínio e homicídio.



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A Palavra - Opinião

📰 Crônica: A cassação que parou na recepção


Em Primavera do Leste, a política resolveu inovar. Não é mais preciso enfrentar plenário, debate ou voto. Agora, certos assuntos já são resolvidos ali mesmo, na recepção.

 

O pedido de cassação contra o vereador Sargento Telles sequer chegou a “dar bom dia” no plenário. Foi barrado antes, com toda a elegância que os procedimentos técnicos permitem.

 

Segundo a versão oficial, faltou “autorização adequada” para a denúncia. Curioso. Porque, para alguns, a lei parece permitir que até o eleitor participe. Para outros, nem tanto. Vai entender, o Direito, às vezes, é quase uma obra de arte contemporânea: cada um enxerga o que quer.

 

Enquanto isso, o conteúdo da denúncia ficou intacto. Intocado. Intocável. Uma espécie de segredo que ninguém quis abrir — talvez por zelo institucional, talvez por excesso de prudência.

 

E sob a condução do presidente da Câmara, Marco Aurélio, tudo seguiu com tranquilidade exemplar. Sem ruído, sem desgaste, sem aquele incômodo chamado “debate público”.

 

Eficiência é isso.

 

Resolve-se rápido, evita-se constrangimento e, de quebra, mantém-se a harmonia entre os pares. Afinal, política também é sobre convivência.

 

Agora, claro, tudo dentro das regras. Ou pelo menos dentro de uma leitura bastante conveniente delas.

 

No fim, Primavera do Leste dá mais um passo à frente na inovação institucional: criou-se o julgamento sem julgamento.

 

E fica aquela dúvida que ninguém responde, mas todo mundo entende:

 

Foi rigor técnico… ou apenas uma solução elegante para um problema inconveniente?

 

Mas veja, é só uma crônica.

 

 

 


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