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Prefeitura reforça compromisso com famílias atípicas e promove avanços na educação inclusiva



Coordenadoria de Comunicação – 21/05/2025

 

Prefeitura reforça compromisso com famílias atípicas e promove avanços na educação inclusiva

Com apenas seis meses de gestão, a Prefeitura de Primavera do Leste já apresenta avanços concretos na construção de uma educação mais inclusiva, humana e comprometida com o futuro das famílias atípicas da rede municipal. O compromisso da administração com a inclusão de crianças com deficiência, especialmente com Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi reafirmado na última terça-feira, (20) durante audiência pública promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso. O evento, conduzido pelo promotor Matheus Pavão de Oliveira, ocorreu no auditório das Promotorias de Justiça do município e reuniu autoridades, representantes do poder público, profissionais da educação, famílias e membros da sociedade civil, num espaço democrático de escuta e construção coletiva.

 

Durante a audiência, a gestão municipal apresentou números que evidenciam os esforços realizados nos últimos meses. Entre 2024 e 2025, o número de estudantes com deficiência matriculados na rede municipal passou de 434 para 459, sendo 394 com diagnóstico de autismo. O número de cuidadores também cresceu de 196 para 210, e as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) foram ampliadas de 9 para 15. Além disso, a Prefeitura irá investir na aquisição de tablets para alunos não verbais, na construção de salas multissensoriais para estudantes com autismo nível 3, na ampliação das turmas de AEE e na formação de uma comissão para elaboração da Lei do Autista no município.

 

Esses avanços representam mais de R$ 10 milhões investidos diretamente na pauta da inclusão em apenas seis meses de gestão, evidenciando o planejamento técnico e o compromisso real da atual administração.

 

O prefeito Sérgio Machnic destacou que a inclusão sempre foi prioridade: “Nós sabíamos que essa era uma pauta urgente, e por isso ela se tornou prioridade desde o primeiro dia de gestão. Estamos trabalhando com firmeza, investindo como nunca e avançando para garantir que nenhuma criança fique para trás.” Ele lembrou que o diálogo com as famílias atípicas teve início antes mesmo da posse, o que fortaleceu ainda mais o compromisso da administração com políticas públicas efetivas.

 

A vice-prefeita Iva Viana reforçou a importância do contato direto com as famílias e da escuta ativa por parte do poder público. “Nossa gestão está presente, escutando de perto cada necessidade. A inclusão não pode ser apenas uma bandeira, ela precisa estar presente na prática, na sala de aula, e é exatamente isso que estamos construindo”, afirmou.

 

Para a secretária municipal de Educação, Luciani Cunha, os avanços são fruto de trabalho sério e contínuo. Ela destacou que a formação dos profissionais da rede tem sido uma prioridade, com capacitações específicas para professores e cuidadores, incluindo formações sobre autismo, elaboração do Plano Educacional Individualizado (PEI) e acompanhamento constante dos profissionais de AEE. “Temos trabalhado com seriedade e responsabilidade para atender a cada criança da melhor forma possível. Sabemos das dificuldades que existem, mas estamos enfrentando cada uma delas com investimento, formação continuada e estrutura”, ressaltou.

 

O promotor de Justiça Matheus Pavão, responsável por promover o encontro, enfatizou o valor da escuta como instrumento de transformação social. “Esse é um espaço democrático de escuta e construção coletiva. É fundamental que a população tenha voz ativa para apresentar suas demandas, reconhecer os avanços e apontar o que ainda pode ser melhorado. Só assim conseguiremos construir, juntos, caminhos que garantam mais dignidade, inclusão e justiça social. Ouvir a população é essencial para que possamos alcançar êxito nessa pauta tão sensível e urgente”, declarou.

 

Durante a audiência pública, a Prefeitura de Primavera do Leste evidenciou uma postura firme, comprometida e transparente diante dos desafios da educação inclusiva. A apresentação de dados, investimentos e ações concretas mostrou que, mesmo com apenas seis meses de gestão, já há uma mudança significativa em curso: mais presença do poder público, mais diálogo com as famílias e mais respeito às necessidades das crianças com deficiência.

 

Em meio a um cenário de demandas históricas, a atual administração tem demonstrado responsabilidade, planejamento e sensibilidade social na construção de uma rede municipal de ensino mais justa, acessível e comprometida com a diversidade. E esse trabalho segue em andamento, com ações consistentes e escuta ativa de toda a comunidade escolar, conforme explicou a secretaria de educação Luciani Cunha.



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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