Presidente e secretário do Sintep morrem após caminhonete bater em carreta
Motorista da caminhonete perdeu o controle de direção do veículo, rodou na pista e atingiu a carreta. Jocilene Barboza dos Santos era presidente do sindicato e Julio Cesar era o ex-presidente.
Jocilene Barboza dos Santos (à esquerda) e Julio Cesar Martins Viana (à direita) eram presidente e secretários do Sintep-MT — Foto: Facebook/Reprodução
Duas pessoas morreram em um acidente nesse domingo (2) na BR-163 em Diamantino, a 209 km de Cuiabá. De acordo com a Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, as vítimas estavam em uma caminhonete que bateu em uma carreta.
Uma das vítimas era a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Jocilene Barboza dos Santos. A segunda pessoa que morreu é Julio Cesar Martins Viana. Ele é ex-presidente do Sintep-MT e atuava como secretário de articulação sindical.
A informação foi confirmada pelo Sintep. Segundo a Rota do Oeste, o acidente ocorreu por volta de 14h39 no km 540 da BR-163. Chovia no momento do acidente, registrado em uma região de decida e curva.
Uma Amarok, com placa de Cuiabá, e uma Scânia, com placas de Maringá (PR) bateram de frente.
Ainda conforme a Rota do Oeste, as informações iniciais apontam que o motorista da caminhonete perdeu o controle de direção do veículo, rodou na pista e atingiu a carreta.
O resgate da concessionária esteve no local esteve no local e constatou a morte dos dois ocupantes da caminhonete. O motorista da carreta não teve nenhum ferimento.
O acidente deve ser investigado pela Polícia Civil. O velório dos dois membros do sindicato deve ocorrer na sede do Sintep nesta segunda-feira (3), em Cuiabá. O horário ainda não foi definido.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
COMENTÁRIOS
0 Comentários