Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 27 de Marco de 2026

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Presidente e secretário do Sintep morrem após caminhonete bater em carreta



Motorista da caminhonete perdeu o controle de direção do veículo, rodou na pista e atingiu a carreta. Jocilene Barboza dos Santos era presidente do sindicato e Julio Cesar era o ex-presidente.

Jocilene Barboza dos Santos (à esquerda) e Julio Cesar Martins Viana (à direita) eram presidente e secretários do Sintep-MT — Foto: Facebook/Reprodução

Duas pessoas morreram em um acidente nesse domingo (2) na BR-163 em Diamantino, a 209 km de Cuiabá. De acordo com a Rota do Oeste, concessionária que administra a rodovia, as vítimas estavam em uma caminhonete que bateu em uma carreta.

Uma das vítimas era a presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Jocilene Barboza dos Santos. A segunda pessoa que morreu é Julio Cesar Martins Viana. Ele é ex-presidente do Sintep-MT e atuava como secretário de articulação sindical.

A informação foi confirmada pelo Sintep. Segundo a Rota do Oeste, o acidente ocorreu por volta de 14h39 no km 540 da BR-163. Chovia no momento do acidente, registrado em uma região de decida e curva.

Uma Amarok, com placa de Cuiabá, e uma Scânia, com placas de Maringá (PR) bateram de frente.

Ainda conforme a Rota do Oeste, as informações iniciais apontam que o motorista da caminhonete perdeu o controle de direção do veículo, rodou na pista e atingiu a carreta.

O resgate da concessionária esteve no local esteve no local e constatou a morte dos dois ocupantes da caminhonete. O motorista da carreta não teve nenhum ferimento.

O acidente deve ser investigado pela Polícia Civil. O velório dos dois membros do sindicato deve ocorrer na sede do Sintep nesta segunda-feira (3), em Cuiabá. O horário ainda não foi definido.



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Ministério reúne indígenas para acordo sobre ferrovia que chegará até Lucas do Rio Verde


O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.

 

O ministério dos Transportes destacou que conduz projetos de infraestrutura com base na escuta ativa das populações afetadas e na construção conjunta de soluções. “Nosso compromisso é garantir que o desenvolvimento ocorra com responsabilidade e respeito. A Fico é estratégica para o país, mas precisa ser construída com diálogo e legitimidade”, afirmou o subsecretário de Sustentabilidade da pasta, Cloves Benevides.

 

O diretor de Empreendimentos da Infra, André Ludolfo, destacou que o avanço da ferrovia está condicionado ao entendimento com as comunidades. “Este projeto só avançará com diálogo contínuo, transparente e respeitoso com os povos indígenas. Não há hipótese de implementação sem o entendimento das comunidades”, ressaltou.

 

Ao longo das articulações, nove caciques, representantes de vinte e quatro aldeias, apresentaram demandas sobre impactos e contrapartidas do empreendimento, incluindo infraestrutura básica nas comunidades, melhoria de estradas e participação nos benefícios econômicos da ferrovia.

 

“Estamos tratando do futuro da nossa comunidade e isso exige respeito. Somos nós que vivemos na terra e precisamos decidir”, disse o cacique Joenil Waiaudzé, ao defender que a interlocução com o poder público ocorra de forma direta e com resultados concretos para as aldeias.

 

A Fico é um projeto estratégico para a logística nacional, voltado ao escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste. Conectada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), integra o Corredor Leste-Oeste, ampliando o acesso ferroviário aos portos do Arco Norte. Com 383 quilômetros de extensão, a Fico I liga Água Boa, em Mato Grosso, a Mara Rosa (GO). O segundo trecho, ainda sem previsão para ser iniciado, conectará Mara Rosa a Lucas do Rio Verde.


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JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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